Comprei esse livro no Kindle há algum tempo e ele acabou ficando lá embaixo na minha lista enorme de livros para serem lidos. Sempre que vejo um livro de autor brasileiro fico um pouco mais curiosa, e aproveito que normalmente o ebook sai mais barato para conhecer novos autores nacionais.
Quem assiste Doctor Who já ouviu esse nome antes: Dalek. No Reino Unido, eles são tão conhecidos que mesmo quem não gosta de Doctor Who sabe o que eles são e já viu em algum lugar. Um símbolo da série tão lembrado como a TARDIS ou mesmo o próprio personagem principal, os Daleks são constantemente citados como o principal inimigo do Doctor. (mais…)
Hoje é o último da Maratona Literária. Eu já tinha postado algumas atualizações do meu progresso por aqui, e hoje, dia 27/07, é o último dia da maratona. A minha meta não foi algo muito extraordinário, mas com certeza foi algo que tive que me dedicar para alcançar. Resolvi li nessa semana dois livros: Simplesmente Ana, da Marina Carvalho, e Shada – A Aventura Perdida de Douglas Adams, do Gareth Roberts (o que aliás, faz desse o segundo livro que eu li do Gareth Roberts).
Já estamos no terceiro dia da Maratona Literária e cá estou eu, registrando meu progresso de leitura. Hoje de manhã acabei de ler Simplesmente Ana, da Marina Carvalho. O livro foi bem gostoso de ler, e apesar de não ser uma grande fã da maneira como os e-mails foram diagramados no corpo das páginas, com direito a moldura e tudo (acho que ocupa espaço demais na página, sem motivo, e que poderia ter sido diagramado de uma maneira que facilitasse mais a leitura), ou da maneira como as conversas de telefone eram escritas como se fosse num script, gostei da cor das páginas e do tamanho das letras.Hoje eu comecei a ler Simplesmente Ana, da Marina Carvalho. Li 105 páginas, o que está dentro do meu cronograma para a maratona, então estou feliz.
Simplesmente Ana é até agora uma leitura gostosa de ler. A personagem principal, a Ana, parece muito com uma pessoa real (ajuda que ela é brasileira, então dá para se identificar bem com ela). Só achei a idéia de que um professor da faculdade de direito podia dar suspensão para ela e a amiga dela por estarem conversando na aula um pouco colegial demais, já que a minha experiência numa faculdade foi bem diferente – o professor podia até ficar bravo e pedir pra você sair da sala, mas suspensão? ele tava lidando com adultos já.
Também devo dizer que achei que qualquer outra pessoa no lugar da Ana ficaria um pouco mais fora do prumo. Ela pareceu aceitar tudo muito bem, o pai dela também, a mãe, a vó… Gente, a menina acabou de descobrir que é uma princesa! Dá para ser normal e ter um bom chilique? Obrigada.
Gostei muito que a Marina Carvalho cita indiretamente O Diário da Princesa, da Meg Cabot. A premissa das duas histórias é parecida demais, e simplesmente ignorar ia parecer estranho. E as histórias são diferentes, o formato também, então não dá para dizer que Simplesmente Ana é uma versão brasileira de O Diário da Princesa.
Até agora, estou gostando. Quero ver se consigo manter o ritmo de leitura, assim logo logo completarei a meta que me propus. 
E as leituras de todo mundo como estão?
Tá quase no último minuto para fazer a inscrição para a Maratona Literária 3.0, mas aqui vai a minha lista para a maratona.
Basicamente, a idéia é você se colocar uma meta de leitura para ler um pouco mais do que você normalmente lê. Durante a semana da maratona (essa vai do dia 21/07 até 27/07) os blogs organizadores vão promover desafios diários, com sorteio de prêmios e tudo o mais para quem completa os desafios. Se você se interessou, vale a pena dar uma olhadinha no post de apresentação da maratona. Lá tem todas as explicações sobre como funciona e o que você tem que fazer para participar.
Como eu tenho um lido mais ou menos um livro físico por semana (eu leio mais em ebook, é mais fácil de carregar) minha lista de livros para ler dos físicos tá precisando de um gás. Por isso, escolhi dois livros físicos para ler durante essa semana. (mais…)
Ah, a alegria e o desespero de se deparar com um novo OTP em um fandom… Para quem é novo nesses termos e não tá entendendo bufulhas, OTP é a sigla para One True Pairing (em português, um par verdadeiro – e esse “um” é no sentido de único, singular). Basicamente, ter um OTP é torcer para que um determinado relacionamento romântico entre dois personagens dê certo.