07
01
2026

Primeira Semana de 2026: Lidos, Assistidos e Baixados

Para a gente começar bem 2026, pensei em fazer um apanhadão de tudo que aconteceu durante essa primeira semana. Já li dois livros (e antes que alguém venha reclamar, sim, eu leio rápido). Também estou assistindo a duas séries diferentes e testando um aplicativo para registrar minhas leituras. Aí o que eu vou fazer? Vou contar tudo pra vocês por aqui. Vai que eu inspiro alguém, não é mesmo. E no meio do caminho, provavelmente, eu vá sair um pouco do tópico porque é isso que eu faço. Mas tudo bem, pelo menos garanto que vai ser divertido.

Foto de Kyrie kim na Unsplash

Os primeiros lidos de 2026

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09
08
2019

Good Omens – Série da Amazon Prime

Já falei aqui no blog sobre o livro Belas Maldições, do Neil Gaiman e Terry Pratchett. Aconselho a você que não sabe sobre o que a história trata a clicar no link para entender melhor. Naquele post havia comentado que uma série para o serviço de streaming Amazon Prime estava em desenvolvimento. Pois bem, em 31 de maio desse ano, foram disponibilizados os seis episódios da série que traz o livro às telas. Good Omens conta com Michael Sheen no papel do anjo Aziraphale e David Tennant no papel do demônio Crowley. Para ajudar a manter a adaptação o mais próximo do livro possível, o próprio Neil Gaiman foi o showrunner responsável. E tanto cuidado deu frutos óbvios: a série foi aclamada pelos fãs dos livros.

Transformando O Amado Belas Maldições na Série Good Omens

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12
03
2018

Jessica Jones – Segunda Temporada

No último dia 08 de Março saiu a segunda temporada de Jessica Jones. Uma série com protagonistas femininas, com todos os episódios dirigidos por mulheres. E que ainda escolheu como dia de lançamento o Dia Internacional da Mulher. A primeira temporada da série foi maravilhosa e eu falei dela por aqui. Claro que eu estava super ansiosa para ver a continuação da história dessa investigadora particular em Nova York. Apesar de alguns tropeços, a segunda temporada veio coroar o trabalho começado há pouco mais de dois anos. E eu vim compartilhar o que achei de tudo para vocês.

Ah, o post contém spoilers da primeira temporada. Levinhos, mas spoilers.   (mais…)

05
10
2016

Quem é vivo, sempre aparece.

Sim, eu ainda estou por aqui. Alguns probleminhas não me permitiram postar no último mês, mas eu não desisti do blog, não. Talvez a ressaca do BEDA tenha influenciado um pouco a pausa nos posts, também. Porém, eu decidi não me forçar a postar e depois me arrepender por não ter um conteúdo de qualidade. post-lancamentos

Nós ainda temos várias novidades esse ano. Por exemplo, agora em outubro vem a edição nacional de Harry Potter and the Cursed Child. Também vamos ter o lançamento do O Rei Corvo, o último livro da série Os Garotos Corvos. E não dá para não mencionar The Heart of Betrayal, continuação de The Kiss of Deception, em novembro.  (mais…)

04
12
2014

Acabei de Assistir: Gracepoint – Episódios 07 e 08

Gracepoint, desde as primeiras críticas que eu havia lido que saíram antes mesmo da série começar a ser exibida pelo canal Fox na tv aberta americana, escritas por jornalistas especializados que haviam assistido os oito primeiros episódios, trazia a promessa de se distanciar bem da versão original a partir do sétimo episódio.
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27
11
2014

Acabei de Assistir: Gracepoint – Episódios 05 e 06

Voltando de viagem e colocando em dia todas as séries que ficaram para trás. A americana Gracepoint exibiu seu quinto episódio em 30/10 e seu sexto em 06/11. Como eu estava fora, acabei assistindo eles um atrás do outro, e resolvi organizar os posts dessa maneira: um para o quinto e sexto, e outro para o sétimo (13/11) e oitavo (20/11) episódios, que deve ser publicado ainda essa semana. Lembrando que no dia 27/11 não haverá exibição de episódio novo, tendo em vista que é o dia de Ação de Graças nos EUA.
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04
10
2013

Acabei de Assistir: Firefly

Eu amo ficção científica, principalmente quando diz respeito ao futuro. Adoro assistir e ler sobre os vários futuros que a humanidade pode ter (não é à toa que alguns dos meus episódios preferidos de Doctor Who são exatamente sobre o futuro dos seres humanos, onde eles estariam, como lidariam com as adversidades que o universo, com certeza, vai trazer para esse pequeno planeta que nós chamamos de casa).

Firefly traz uma nova visão sobre o futuro da humanidade: quando a Terra fica pequena demais para tanta gente, os humanos passam a se lançar pelo espaço em busca de outros planetas e luas que pudessem suportar uma adaptação para que seu ambiente ficasse habitável. Nessa busca incansável, gerações inteiras viveram dentro de naves para que se chegasse em sistemas planetários capazes de serem transformados.firefly

Mas como a humanidade é falha, após chegarmos e adaptarmos planetas e luas para habitação, logo logo arranjamos brigas uns com os outros. Uma aliança entre os governos dos planetas centrais não aceita que as luas e planetas mais afastados (e, de acordo com eles, menos civilizados) não se submetam a um governo geral, e logo uma guerra começa pela independência.

Firefly se passa depois dessa guerra. Firefly é o modelo da nave carinhosamente batizada de Serenity, em homenagem a Batalha de Serenity Valley, que foi uma batalha terrível onde a guerra acabou e na qual o Capitão Malcolm Reynolds lutou para os Independentes. A série segue a história da tripulação da Serenity, que faz de tudo um pouco, aceitando trabalhos legais e alguns nem tão legais assim. E aí você tem uma série de faroeste no espaço (yay!).

Se eu tivesse lido só essa parte, pode ter certeza, eu nunca teria assistido a série. Nunca fui fã de caubóis, e sinceramente, caubóis no espaço me parece uma idéia muito idiota. Mas Firefly não é assim. Primeiro, porque o mais importante em Firefly são os personagens: todos os personagens são complexos. Todos tem seus dias bons e seus dias ruins. É fácil defender as atitudes de um personagem e dois minutos depois estar o condenando.

Joss Whedon, o criador de Firefly, descreveu a série como sendo sobre “nove pessoas olhando dentro da escuridão do espaço e vendo nove coisas diferentes”. E é bem isso mesmo.

Infelizmente, a série foi cancelada após a exibição de onze episódios da primeira temporada (apesar de existirem catorze episódios produzidos). Mas conseguiu angariar uma base de fãs tão leal que em 2005 foi lançado o filme Serenity, para dar uma conclusão na história.

Totalmente envolvente, Firefly é uma dessas séries que é difícil escolher um personagem preferido. Como em todas as séries escritas por Joss Whedon, os personagens são especialmente complexos, muito bem desenvolvidos. A história em geral da série também é uma história completa, detalhada, de modo que você consegue acreditar que aquele seria o futuro da humanidade.

Falando em detalhes, eu amei o fato de que Firefly respeita uma lei científica muito importante que, por não ser uma regra nos filmes e programas de TV que se passam no espaço, muitas vezes é esquecida: o som não se propaga no vácuo. Logo, você assiste a tremendas explosões no espaço sideral… sem nenhum ruído sequer.

Até a música tema de Firefly merece ser mencionada: é uma música country (cowboys no espaço, lembra?) com uma letra que tem tudo a ver com a série. Ouçam The Ballad of Firefly e me digam se estou errada ou não.

 

Realmente, uma série que não dá pra não assistir.mari-transp

02
04
2013

Acabei de Assistir: Once Upon a Time

Não sou muito de acompanhar séries; atualmente, só estou acompanhando fielmente duas: Doctor Who e Once Upon a Time (ah, e The Lizzie Bennet Diaries, que é uma websérie e por isso não sei se conta).
A premissa de Once Upon a Time (doravante apelidada carinhosamente de OUAT) é que os personagens dos contos de fada foram retirados de sua terra com magia por uma maldição lançada pela madrasta má da Branca de Neve.
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Nessa nova terra sem magia (leia-se: o nosso mundo) todos os personagens se esqueceram das suas vidas, exceto pela Regina (a madastra) e pelo Rumpelstiltskin. Eles moram todos na mesma cidadezinha litorânea do Maine chamada Storybrooke, onde Regina é a prefeita e Rumpelstiltsk é o Mr. Gold, o dono da loja de penhores, e todos os outros personagens são pessoas normais vivendo vidas simples: Mary Margareth, que é a Branca de Neve, é a professora da escola primária e o seu Prince Charming está desmemoriado e em coma no hospital da cidade.
A história começa quando o filho adotivo da Regina, o Henry, foge de casa e vai à procura de sua mãe biológica, Emma. Tudo estaria bem (ou pelo menos mais próximo do normal) se Henry tivesse ido atrás da mãe biológica apenas por curiosidade e não por saber que ela é a única pessoa que pode quebrar a maldição que aflige todos os habitantes de Storybrooke. Emma é, na verdade, a filha de Branca de Neve e o Prince Charming e existe uma profecia que diz que quando ela completasse 28 anos, ela voltaria a Storybrooke e quebraria o encanto.
Alguns obstáculos se colocam entre Emma e o fim da maldição. O primeiro deles é que Emma simplesmente não acredita no filho biológico que ela deu pra adoção e nunca esperaria vê-lo de volta, ainda mais com idéias tão malucas a respeito de contos de fadas.
A cada novo episódio, as histórias dos contos de fadas (que sempre são adaptadas, nunca exatamente como a gente sempre ouviu) vão sendo contadas em paralelo com as histórias do que esses personagens estão vivendo em Storybrooke. É sempre muito interessante observar como a história está sendo adaptada e como o que aconteceu antes na vida de cada um interfere e se desenrola no mundo sem magia que eles estão vivendo.
Outra coisa que eu adoro ver em OUAT é como os vilões nunca são vilões apenas porque são maus; sempre existe uma razão, algo que aconteceu em suas vidas que foi aos poucos moldando esses personagens a serem como são. Um bom exemplo é o Rumpelstiltsk, um dos meus personagens preferidos.
O Rumpelstiltsk é um personagem que nos contos de fadas ajuda uma princesa a fiar palha e transformá-la em ouro, e em troca pede o primogênito dela.
Quando o filho da princesa nasce e Rumpelstiltsk volta para buscar seu pagamento, a princesa, implorando, pede para que ele lhe dê uma outra opção, oferecendo todo o ouro que possui. Rumpelstiltsk, porém, faz outro trato com a princesa: se ela descobrir o seu nome em três noites, ele deixará que ela fique com seu filho.  
Conto a história porque sinceramente era uma das poucas que não me lembrava. E também porque o Rumpelstiltsk é um dos meus personagens preferidos. Ah, e a princesa da história, a que fia a palha e transforma em ouro… bem, é uma surpresa e tanto.
Em OUAT, porém, a história de Rumpelstiltsk é muito mais complexa do que parece, e aos poucos você entende seus motivos. Existem momentos que você fica com muita raiva de suas tramóias, em outros ele está agindo de uma maneira malvada, mas como você sabe os motivos para ele estar agindo assim, você chega a torcer por ele. O personagem é complexo, e ao conhecer sua história de maneira mais profunda, ele deixa de ser um vilão, pura e simplesmente.
Eu só sinto não poder entrar em detalhes sobre a história de cada um, mas deixo aqui minha dica: assista. O canal Sony está exibindo a segunda temporada da série aqui no Brasil, às quintas, às 21h.foto
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04
2012

Acabei de Assistir: Doctor Who


Depois de declarar minha obssessão por Doctor Who nos dois últimos posts, nada mais natural do que finalmente escrever um post exclusivamente sobre a série. Mas, afinal, sobre o que é Doctor Who?

O 9º. Doctor, interpretado por Christopher Eccleston.

Doctor Who conta as aventuras do último dos Time Lords (Senhor do Tempo), o Doctor (que a dublagem em português traduz para Doutor, mas sinceramente, não consigo chamá-lo de Doutor). E aí você pode perguntar: mas… Doutor quem? É essa a pergunta que dá nome a série. E não, ele não diz o nome, simplesmente responde para chamá-lo “just… The Doctor”.

O Doctor viaja por todo o tempo e espaço a bordo de sua TARDIS (acrônimo para Time and Relative Dimension in Space) que tem a forma de uma cabine de polícia azul, utilizada em Londres nos anos 60. Na realidade, a TARDIS teria a capacidade de mudar sua forma para se camuflar de acordo com o local em que ela aterrisa, mas a TARDIS do Doctor meio que travou na cabine de polícia e ficou por isso mesmo.

O 10º. Doctor, interpretado por David Tennant (que sinceramente merece um post só dele), e sua TARDIS - ela é bem maior por dentro.

A série Doctor Who foi primeiramente exibida no período de 1963 até 1989, sendo suspensa até 1996, quando foi produzido um filme da série e então, voltando ao formato de série em 2005. É essa nova série que eu assisti. Até o momento, a nova série teve seis temporadas, com a estréia da sétima prevista ainda para esse ano e mais um especial em comemoração pelos 50 anos da série que deve ser exibido em 2013.

O que garante que a série consiga ser exibida por tanto tempo é justamente o fato de que pode ser renovada por completo, inclusive o ator principal, sem perder a sua linha de história. Para dar uma idéia, o atual Doctor (interpretado por Matt Smith) é o décimo-primeiro, desde o começo da série. Isso se dá pelo fato de que os Time Lords tem um truque para enganar a morte: quando eles estão para morrer, eles regeneram cada uma das células do seu corpo, o que acaba mudando completamente a sua aparência e também sua personalidade.

O 11º Doctor, interpretado por Matt Smith, e sua "companion", Amy Pond.

O Doctor também costuma levar consigo “companions” (acho que a tradução mais usada para companion seria companheiro), pessoas que o acompanham em suas viagens. Normalmente sempre existe uma mulher que é mais constante, mas isso não impede de volta e meia a tripulação da TARDIS ser de quatro pessoas, por exemplo.

As companions também costumam mudar com uma certa frequência. Por exemplo, já tivemos cinco companions mais constantes nas últimas seis temporadas (atualmente, fazem companhia ao Doctor o casal Pond, Amy e Rory), sem contar aqueles que ficam apenas por alguns episódios.

Com tanta possibilidade de mudança, e ainda podendo ter como cenário qualquer lugar em qualquer tempo, não é difícil entender porque a série conseguiu durar tanto tempo sem cair na mesmice. Ainda, apesar de tanto tempo, alguns mistérios continuam sem resposta. Com base nisso, ainda tem muita história para ser contada em Doctor Who.

A série também conta com o maravilhoso humor britânico, o que, se todo o resto não tivesse me convencido, isso com certeza teria.

Se você, como eu, também sempre foi um pouco fascinado pelo universo, adora uma série que conta o improvável porém possível, e que não só foca nos tipos de vida alienígena, mas também nas relações humanas (e nem tão humanas assim), eu realmente indico Doctor Who.

Doctor Who está sendo exibida pela TV Cultura, na tv e pela internet, dublada e com opção do áudio original, de segunda à sexta, às 20h20.

E vocês, o que andam assistindo?

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