Existem um monte de razões válidas para odiar, ou pelo menos ter antipatia, por Rose Tyler. Uma das mais válidas é, provavelmente, “Eu simplesmente não gosto dela”, porque preferência pessoal é algo que existe e dizer “Eu simplesmente não gosto dela” não contém nenhuma razão machista ou classista. Então a questão não é que todo mundo precisa amar a Rose. Se você simplesmente não gosta da história ou personalidade dela, hey, isso acontece.

Há, no entanto, uma
série de razões realmente inválidas para odiá-la.
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Nessa última segunda-feira, foi ao ar o segundo episódio da segunda temporada de Broadchurch. E olha, aconteceu tanta coisa que fica até difícil escrever sobre tudo.
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Quando escrevi aqui sobre os Anjos Lamentadores (Weeping Angels) e disse que hoje já não os achava mais aterrorizantes, ao menos não tanto quanto a maioria dos fãs de Doctor Who parece achar, fiquei pensando em quais das várias criaturas de Doctor Who ainda me colocavam medo.
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Gracepoint ganhou um post por episódio (bem, quase isso). Com a volta à telinha da série original, claro que eu não poderia deixar de fazer a mesma coisa com Broadchurch, né? Até porque fazia muito tempo que eu não ficava tão ansiosa por uma série de TV. Não é legal quando você fica a ponto de surtar por algo assim? Metaforicamente, claro bom talvez não.
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Os Weeping Angels (Anjos Lamentadores, na versão brasileira) são uma das criaturas apontadas como mais assustadoras em toda a história de Doctor Who. Criadas por Steven Moffat, apareceram pela primeira vez no episódio Blink, da terceira temporada. Elas ainda foram os vilões principais nos episódios da quinta temporada The Time of Angels e Flesh and Stone e da despedida dos Ponds em The Angels Take Manhattan.
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Uma das maneiras de se ter certeza de que a série de TV fez muito sucesso é quando ela vira livro. Foi isso que aconteceu com a brilhante Broadchurch, e como a segunda temporada da série está chegando às telas do Reino Unido no dia 05 de Janeiro, resolvi ler para descobrir quais as informações adicionais que a história em papel trazia para quem já tinha assistido a série, inclusive mais de uma vez.

Foto: Samara Garcia
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Em 2015, eu quero chegar a ser um pouco mais parecida com quem realmente sou. Chega de me deixar de lado, chega de colocar minhas vontades para trás, chega de dizer “tudo bem” e não dizer o que realmente sinto. Que 2015 seja um ano de descobertas. Que 2015 seja um ano de menos medo.
Em 2015, eu quero parar de ouvir tanta besteira machista. Quero não ter mais que chorar de raiva ao ouvir comentários estúpidos como o do Bolsonaro, que independente do contexto, somente dissemina a ideia de que usar o estupro como frase de efeito não só é normal, como é legal. Quero ver comentários como esse terem consequências e não serem varridos para debaixo do tapete e esquecidos daqui a alguns meses.
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Bom, esse não tem jeito de negar: com Papai Noel, renas e trenó, esse episódio grita e esfrega na sua cara que é sim um especial de Natal.
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Gracepoint acabou de acabar e com isso dá para a gente fazer uma comparação final entre a série da rede americana FOX e sua versão original, exibida em 2013 pela emissora britânica ITV. Afinal, o remake valeu a pena ou foi parecido demais para justificar a produção? Atenção: o post contém spoilers das duas séries!
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Quinta-feira é Natal, com ele vem mais um especial de Natal de Doctor Who. O desse ano, Last Christmas, é o primeiro especial com Peter Capaldi como o Doctor, mas já é o terceiro com Jenna Coleman, que interpretou a governanta Clara Oswin Oswald em The Snowmen, em 2012, e participou já como simplesmente Clara do episódio do ano passado, The Time of the Doctor.
Enquanto o episódio de Natal desse ano ainda não é exibido, para entrar no clima natalino, resolvi falar aqui nessa Terça Whovian do meu especial de Natal preferido, o de 2005, The Christmas Invasion.
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