18
10
2015

Acabei de Ler: À Procura de Audrey – Sophie Kinsella

Sophie Kinsella, autora conhecida internacionalmente por seu livro “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”, veio ao Brasil na última Bienal do Livro do Rio, principalmente para divulgar seu mais novo trabalho, seu primeiro livro YA chamado À Procura de Audrey.procuraaudrey

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24
09
2015

Acabei de Ler: Golem e o Gênio – Helene Wecker

Eu preciso falar sobre esse livro porque sinceramente acho que todo amante da leitura e da fantasia devia lê-lo. Golem e o Gênio é um livro que se passa na virada do século XX em uma Nova York que recebe novos imigrantes todos os dias. Os dois personagens principais são uma Golem (uma criatura mágica feita de barro para servir um mestre, relacionada com a tradição judaica) e um Djim, basicamente um gênio, desses que moram em garrafas e realizam desejos, ligados à cultura árabe.

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18
09
2015

Acabei de Ler: A Rainha Vermelha – Victoria Aveynard

Depois de muito ler romances históricos, decidi mudar um pouco o estilo de leitura e voltar a ler distopia, um gênero que já fazia um tempo que eu não lia. O escolhido foi A Rainha Vermelha, principalmente, não posso negar, por causa da capa. Essa capa prateada toda cheia de brilho me encantou e eu tive que trazer o livro pra casa.

imageOuvi muitos elogios quanto à história e ao mundo distópico criado aqui, e por isso achei que renderia uma boa leitura. A personagem principal se chama Mare Barrow, e ela é uma vermelha, o que significa que possui sangue vermelho, em contraste aos que têm sangue prateado, que possuem poderes especiais e por causa disso acabaram dominando todos os vermelhos e fazendo deles seus escravos e os mandando para a guerra. (mais…)

08
02
2015

Acabei de Ler: Série Love by Numbers – Sarah MacLean

A série Love by Numbers é constituída de três livros: Nine Rules to Break When Romancing a Rake, Ten Ways to be Adored When Landing a Lord e Eleven Scandals to Start to Win a Duke’s Heart. Todos eles se passam no começo do século XIX e cada um acompanha a história de um casal. O primeiro é da Callie (Lady Calpurnia Hartwell) e de Gabriel St. John, o Marquês de Ralston; o segundo já vai contar a história do irmão gêmeo dele, Lord Nicholas St. John e da Lady Isabel Townsend e o terceiro conta a história da meia-irmã dos dois, Juliana Fiori e de Simon Pearson, o Duque de Leighton. Essa série tem a sua continuação com a série The Rules of Scoundrels, que eu acabei lendo antes. Não me arrependo exatamente, mas gostaria de ter lido na ordem correta.numbers-three

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04
07
2014

Acabei de Ler: Desde o Primeiro Instante – Mhairi McFarlane

Não sei como andam as leituras de vocês, mas de uns tempos pra cá, tenho achado muitos livros meio repetitivos, principalmente quando falamos sobre romance. Todos conhecem a chamada “receita de bolo”, que basicamente muda o nome dos personagens e do cenário, mas segue uma série de acontecimentos que todo mundo já sabe que vai acabar no felizes para sempre. Isso às vezes cansa e desanima a gente na hora de começar outro livro de romance. Com Desde o Primeiro Instante, porém, isso não acontece.

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21
05
2014

Acabei de ler: Tabuleiro dos Deuses – Richelle Mead

Mesmo sendo fã da série Academia de Vampiros e estar acompanhando (devo dizer, porém, com bem menos entusiasmo após o último livro) a spin-off Bloodlines, não tinha lido ainda nada da Richelle fora do seu universo de Moroi, Strigoi e Damphir. Mas aí, A Era de X foi lançada e o primeiro livro da série, Tabuleiro dos Deuses, já tem edição brasileira e eu resolvi consertar o erro. Ajudou muito que uma amiga minha leu e adorou, fazendo campanha pra que todo mundo lesse. Não me arrependi.

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17
05
2014

Minha lista de livros a serem lidos: os livros físicos.

Bem, essa lista cada dia fica maior. Eu compro bastante livro pela internet, e também não consigo passar por uma livraria ilesa, ou seja, sem levar pelo menos um ou dois livros para casa. Não é culpa minha!!! Os livros são tão lindos, eles pedem para serem levados para casa!

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Aí vai a minha pequena grande lista de livros que eu ainda não li, e porque eu comprei eles:

1. Brilho – Amy Kathleen Ryan: esse daqui é bem capaz que eu tenha terminado quando postar essa lista. Já passei da metade. Ganhei de presente do meu irmão e da minha cunhada de aniversário. Sinceramente? Estou gostando, mas esperava que a história tivesse me entusiasmado mais. Demorei para engrenar no livro, e até agora estou procurando por um personagem que me encante. A história é legal e a capa é linda. Vamos ver se o final me encanta.
2. Shada: Esse livro é um episódio que o Douglas Adams escreveu para Doctor Who (se o nome dele pareceu familiar, é porque ele é o autor de O Guia do Mochileiro das Galáxias), e o Gareth Roberts transformou em livro. Achei muito legal finalmente ter um livro de Doctor Who editado em português, e a Suma caprichou na edição. Agora é só terminar o que estou lendo para começar.
3. Essa é Uma História de Amor – Jessica Thompson: Esse eu confesso que comprei porque amei a capa. Me interessei pela história também, ainda mais porque parece que não é um livro sobre amor adolescente, mas ainda acho que pode ser classificado como YA. Nada contra, obviamente adoro um bom Young Adult, mas às vezes a gente precisa de algo diferente não é mesmo?
4. Desde o Primeiro Instante – Mhairi McFarlane: Achei linda a capa e tive algumas recomendações muito boas dele. Resultado? Veio para casa.
5. A Elite e A Escolha – Kiera Cass: Pode me julgar. Eu tenho a trilogia completa e só li o primeiro dos livros. A America me irrita muito em certos momentos. Mas eu já tinha comprado o primeiro dos livros, e bem, que capa é aquela?

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*pausa por um momento para que eu possa analisar como muitas das minhas decisões de compra de livros se baseiam na capa – sim eu sou meio superficial em relação a livros*

6. Perdida – Carina Rissi: Eu tenho que terminar de ler esse livro. Mas adivinha só? Eu empaquei no meio. Por algum motivo misterioso, não consigo ir em frente. Mas vou insistir. A história é muito boa, e eu realmente quero saber como acaba!
7. O Livro das Princesas: esse é um livro de contos. Acho que só li o primeiro e parti para outro livro. Conclusão: tá parado.
8. Shadow and Bone – Leigh Bardugo: comprei em inglês e já faz algum tempo. Oops.
9. A Estrela que Nunca Vai Se Apagar – Esther Earl: conseguirei ler esse livro sem chorar? A resposta óbvia é não. Comprei ele físico porque tem um monte de ilustrações e fotos, e meu Kindle é o mais simples que existe, não ia ficar legal.
10. Os Garotos Corvos – Maggie Stiefvater: Lembra que eu devia ter lido esse livro na Maratona Literária 2.0? Pois é, não deu pra ler nada naquela semana. Por isso ele está aqui.
11. Alma? e Metamorfose – Gail Carriger: Ainda não consegui ler também. Mais um pra lista.
12. A coleção completa dos livros lançados pela BBC Books para comemorar os 50 anos de Doctor Who: são onze, mas eu já li dois, então ficaram nove pra trás. Sim, eu sei que não é fácil ler nove livros. Sim, contar os nove como um item na lista poderia ser uma trapaça, mas a lista é minha e eu faço o que quiser com ela, ok? *mostra a língua*

Bem essa é minha pequena lista. Tenho que parar de comprar livros, eu sei. Mais ainda, tenho que parar de comprar livros novos e ler antes dos livros que eu já tenho. Provavelmente não vou conseguir, mas pelo menos, já sei que tenho um problema.

Como anda a lista de vocês?mari-transp

09
10
2013

Hey, onde você compra livros?

Pode parecer uma pergunta simples, mas nem sempre a resposta é algo direto e certeiro no estilo “na livraria, ué?”. Pelo menos, no meu caso, eu tenho uma resposta um pouco mais complexa para a pergunta. E decidi escrever aqui para todo mundo ler e quem sabe trocar algumas idéias?

Bom, eu compro livros… (mais…)

02
10
2013

Acabei de Ler: Extraordinário – RJ Palacio

Comprei esse livro no meu Kindle porque ele estava na promoção da semana e já tinha ouvido falar maravilhas sobre ele. Não me decepcionei. O livro conta a história de Auggie, um menino de dez anos que nasceu com uma síndrome genética que resultou numa deformidade facial e em várias cirurgias ao longo dos anos. Por causa de tudo isso, ele nunca tinha frequentado uma escola com outras crianças, tendo sido ensinado pela sua mãe, em casa. Porém, ao chegar na idade de ir para o quinto ano, seus pais decidem que é hora de ele começar a ir para a escola. Extraordinário capa revisao 03

O livro é contado sob vários pontos de vista. O principal deles é do próprio Auggie, mas a irmã mais velha dele, alguns amigos da escola, o namorado e a amiga da irmã também contam um pouco da história. O interessante é que nenhum dos pontos de vista é de um adulto; no máximo, são adolescentes. Outra coisa que eu achei genial é que para cada ponto de vista, a maneira que a história é escrita muda também: quando é o namorado da irmã do Auggie contando a história, por exemplo, ele não utiliza nenhuma letra maiúscula. Com isso, a autora consegue dar uma certa autenticidade para a um dos personagens.

A maneira como o Auggie explica sua vida e a maneira como os pais dele lidam com o fato de que ele ser mais diferente dos outros (digo isso porque, sejamos sinceros, quem é igual a todo mundo? o que é ser normal, afinal de contas? esse tal de normal existe?) é bem real. Digo isso porque, como já contei por aqui, minha deficiência física me deu essa experiência. Acredite em mim, nunca é fácil entrar numa sala cheia de gente da sua idade, sabendo que você vai receber aquela olhada – mesmo que seja por um segundo – do tipo “hey, você é meio estranha”. E você se acostuma mesmo. Não há como ser diferente.

É um livro que emociona. Principalmente por ser simples. Não é um livro que tenta fazer grandes afirmações. Simplesmente narra a vida de Auggie, do ponto de vista dele, e nessa simplicidade, mostra como o diferente na verdade é muito mais parecido com o normal de todo mundo. mari-transp

30
09
2013

Acabei de Ler: Fangirl – Rainbow Rowell

Eu já fui uma criança normal (nossa, que jeito lindo de começar uma resenha). Não muito normal, mas ainda assim, já fui alguém que gostava de livros e séries de tv de uma maneira considerada aceitável pela maior parte da sociedade. Mas então, no Natal de 2000, minha mãe me deu de presente os dois primeiros livros da série Harry Potter. Como sou uma devoradora de livros, antes do ano novo, os dois livros já estavam devidamente lidos. No meu aniversário de 14 anos, ganhei o terceiro.

Até esse momento, devo admitir que apesar de estar amando muito a história, ainda não tinha nada fora desse estranho conceito que nós temos de “normal”. Estranho e entediante.

Foi após ler o quarto livro, e ficar obviamente muito ansiosa pela continuação da história, que algo despertou em mim. Gosto de dizer que eu já tinha esse gene geek escondido no DNA, mas que foi nesse momento que ele se ativou. Sem nenhuma data para o lançamento do quinto livro da série (para quem não se lembra, entre o lançamento de Harry Potter e o Cálice de Fogo e Harry Potter e a Ordem da Fênix foram três looongos anos), resolvi fazer algo que iria mudar a minha vida: joguei Harry Potter num site de busca (não foi o Google… talvez tenha sido o Cadê?, lembram dele?) e acabei descobrindo as benditas fanfictions.

A partir daí, para encontrar fóruns sobre o assunto, conhecer gente que amava e alimentava minha paixão por Harry Potter e discutir teorias e mais teorias, foi um pequeno pulo. O fandom (uma palavra que até então eu não conhecia) me puxou de uma forma que logo fui encontrando meu lugar nesse pequeno mundo cibernético e, consequentemente, libertei a fangirl que existia dentro de mim. fangirl

O livro de Rainbow Rowell tem como personagem principal alguém com quem obviamente me identifiquei bastante. Talvez não possa dizer que sou parecida com a Cath, mas com certeza entendo o mundo dela. Fangirl acompanha a jornada de Cath, que acaba de ir para a faculdade com sua irmã gêmea, Wren.

Para Cath já é terrível ela ter que lidar com novas e aterrorizantes aventuras diárias, como conversar com gente nova e ter que comer num refeitório, mas o fato de sua irmã querer arranjar outra companheira de quarto e acima de tudo, não querer mais nada com Simon Snow, série de livros (e filmes) que as duas eram ativas no fandom e inclusive sobre a qual escreveram várias fanfics juntas, é para ela o pior de tudo. De repente Cath se vê sozinha e abandonada por aquela que ela achou que sempre estaria ao seu lado.

O interessante do livro é que ele não se limita a contar sobre a vida de fangirl da Cath. Na verdade, a autora explora o porquê de Cath gostar tanto de escrever fanfics, mas não faz disso algo ruim, e sim utiliza o fato para contar sobre a jornada que ela percorre, inclusive de se descobrir como pessoa e como escritora, além de suas fanfics.

É um livro sobre crescimento pessoal, sobre como lidar com as relações familiares, com amizades novas e com situações que podem parecer assustadoras para aqueles que não se sentem à vontade ao lidar com o desconhecido. Consegue, sem ser piegas e sem apresentar soluções mágicas para as vidas dos personagens, parecer real.

Uma leitura leve, divertida e principalmente, perfeita para quem convive no meio de fóruns, é chamado de nerd por gostar demais de alguma coisa e sabe a alegria que é participar ativamente de um fandom. E para quem ainda não sabe o que é, vale a pena para ficar conhecendo e tirar alguns preconceitos da cabeça. mari-transp

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