Para terminar o ano, vamos ao tema da blogagem coletiva do grupo Blogueiros Geeks que eu mais gostei: o Oscar Lego, para lembrar e homenagear os melhores de 2015!
Para terminar o ano, vamos ao tema da blogagem coletiva do grupo Blogueiros Geeks que eu mais gostei: o Oscar Lego, para lembrar e homenagear os melhores de 2015!
Livro que deu origem ao filme vencedor do Festival Sundance 2015, nas categorias Público e Crítica, com estreia marcada para 12 de junho nos EUA, Eu, você e a garota que vai morrer é uma mistura perfeita entre drama e humor e um retrato preciso da adolescência em face do amadurecimento.
Na trama, Greg tem apenas um amigo, Earl, com quem passa o tempo livre jogando videogame e (re)criando versões bastante pessoais de clássicos do cinema, até a sua mãe decidir que ele deve se aproximar de Raquel, colega de turma que sofre de leucemia. Contrariando todas as expectativas, os três se tornam amigos e vivem experiências ao mesmo tempo tocantes e hilárias, narradas com incrível talento e sensibilidade.
Crossover com enorme potencial no segmento young adult, o romance é perfeito para fãs de livros e filmes como “As Vantagens de Ser Invisível” e “A Culpa é das Estrelas”.
Título Original: Me and Earl and the Dying Girl
Autor: Jesse Andrews
Editora: Fábrica 231
Páginas: 288
Avaliação: 2/5
Começo o post com a seguinte indagação: por que capas lindas acontecem com livros chatos? Aliás, a diagramação e os inícios dos capítulos desse livro estão perfeitos, também. Pena que o conteúdo não acompanha.
E sim, eu comprei esse livro pela capa. Ouvi algumas pessoas dizendo que haviam gostado do livro também, mas confesso que se a capa não tivesse me agradado tanto, não o teria comprado.
O que posso dizer desse livro? Sem dúvidas, é uma leitura que foge do padrão. Acho que nunca tinha lido um livro escrito dessa maneira. O personagem, Greg Gaines, conversa com o leitor o tempo todo. E a forma como ele conta os fatos, sempre incluindo suas opiniões pessoais e o que ele queria ter tido mas não disse, realmente é única. Em muitos pontos, é como se fosse um script, o que faz sentido, já que o Greg e seu amigo Earl criam filmes terríveis juntos (é assim que eles mesmos descrevem).
Tudo muda quando uma das meninas que estudaram com Greg é diagnosticada com leucemia e a mãe dele faz com que ele vá fazer companhia a ela.
Na verdade, o grande problema do livro é que é tudo muito estranho. O protagonista é estranho, a Rachel é estranha, o Earl é estranho… E até a maneira como a história é contada deixa o leitor incomodado. Não consegui em momento algum sentir uma conexão com qualquer um dos personagens.
A grande decepção desse livro é que em vários momentos eu quase gostei dele, mas logo em seguida eu já tinha mudado de ideia. É como se o autor estivesse determinado a fazer desse livro algo tão novo que deixasse para trás pontos básicos, entre eles o de explorar algo com que o leitor pudesse se identificar mais.
E o fim te deixa com uma certeza: você leu o livro mas ele não te levou a lugar algum. Quando acabei de ler, fiquei me perguntando qual a razão de ser desse livro tão… esquisito. Um dos piores do ano, com certeza.
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Quem já leu Extraordinário já conhece o Auggie. Ele é um menino que nasceu com uma deformidade facial e por conta de vários problemas de saúde, teve que se submeter a muitas cirurgias e acabou estudando em casa ao invés de ir para uma escola.
O livro Extraordinário é todo sobre o Auggie, contado em sua maioria por ele mesmo, mas também por outras pessoas que moram e convivem com ele.
Auggie & Eu não é, porém, uma continuação de Extraordinário. Acho que a melhor maneira de descrevê-lo seria como um livro que complementa sua história, porém, não é sobre ele.
Aqui temos três histórias contadas por pessoas que também conhecem Auggie, mas que vão contar suas próprias histórias e não mais a história de Auggie.
Em O Capítulo de Julian, a história é a versão de Julian, que nós poderíamos chamar de arqui-inimigo do Auggie em Extraordinário. Conhecendo melhor Julian e como é sua vida, conseguimos compreender melhor suas ações. Claro, não se justifica, mas dá para entender melhor o que Julian estava passando e como ele estava se sentindo.
Em Plutão, quem conta a história é Chris, que é o amigo mais antigo de Auggie e que é mencionado bastante em Extraordinário. Porém, como Chris se mudou para longe, não vê mais Auggie como antes. Ele conta a sua história, seus problemas pessoais e como ser amigo de Auggie afeta sua vida.
Por fim, Shingaling é contada por Charlotte, que era a terceira dos alunos que fizeram parte da comissão de boas-vindas ao Auggie (para quem não lembra, Julian e Jack eram os outros dois alunos). Charlotte nunca vira amiga realmente de Auggie e se mantém distante e neutra quando tudo acontece com ele. O interessante desse conto é ver como o grupo de meninas age e como muita coisa acontece na escola que o Auggie nem sonha que aconteça.
A RJ Palacio escreve pelo ponto de vista das crianças (ou seriam pré-adolescentes?) muito bem. Achei a decisão dela, de não escrever uma sequência para Extraordinário por acreditar que seria limitar a imaginação de vários leitores que já traçam o futuro de Auggie, muito interessante, ainda mais porque lhe deu a chance de explorar outros aspectos da história dele, fortalecendo ainda mais o universo que criou.
E Extraordinário é um livro maravilhoso que todos deviam ler, ainda mais por trazer um protagonista com deficiência. Auggie & Eu é uma delícia de ler também e merece uma chance. Definitivamente, uma ótima leitura.
Vocês já estão cansados de saber aqui no blog, tem um monte de post aqui porque eu simplesmente não consigo parar de falar sobre o assunto, mas com a notícia de que David Tennant viria para a Comic Con Experience, em São Paulo, uma das primeiras coisas que eu fiz foi comprar minha credencial e as passagens, porque eu iria de qualquer maneira tentar conhece-lo.
Mas como vocês também já devem saber, eu sou uma pessoa com deficiência. Eu não tenho vergonha nenhuma disso e já até postei um pouco da minha história aqui. Mas também não é algo que eu fale sobre toda hora, porque é apenas uma circunstância entre tantas outras da minha vida e na maioria das vezes nem entra muito na história.
Porém, em eventos grandes como é a Comic Con Experience, eu sempre fico apreensiva, porque ser uma pessoa com deficiência nessas horas acaba fazendo uma diferença enorme e se não houver nenhum tipo de apoio por parte dos organizadores do evento, fica quase impossível aproveitar alguma coisa. Por exemplo, eu não consigo ficar muito tempo em pé numa fila, canso com muita facilidade de ficar andando, tenho problemas de equilíbrio…
Eu estava bem preocupada sobre como a parte de fila preferencial ia funcionar por lá. Tinha tentado perguntar antes para os organizadores, mas de maneira impressionante, só obtive o silêncio como resposta. Sério, eu literalmente não tive resposta nenhuma, e tentei entrar em contato através do site oficial, da página do Facebook e do Twitter.
Apesar de tudo isso, logo que cheguei na estação de metrô Jabaquara para pegar o transporte até o local do evento, pedi preferência (a fila para entrar no ônibus estava enorme) e fui atendida sem nenhum tipo de problema. Eles até pediram para dar espaço na frente do ônibus para ficar mais fácil para mim. (mais…)
Estou participando de um projeto super legal com outras oito blogueiras maravilhosas que conheci através do grupo Blogueiros Geeks. Basicamente, todo mês, no dia 09, nós postamos 9 fotos para ilustrar um tema específico. Esse dia 09 de dezembro, primeiro 09 do projeto, o tema é “Adeus 2015”, e eu escolhi interpretar esse tema trazendo alguns objetos para exemplificar o meu ano!

Doctor Who também fez parte do meu ano, não há como negar. Afinal, como não sonhar entrar numa TARDIS e explorar todo o tempo e espaço?

A paixão por Harry Potter, meu primeiro fandom, também não vai embora jamais. Esse ano tivemos mais novidades para garantir isso.

Também aprendi muito sobre feminismo e sobre respeitar o diferente. Foi um ano de mudanças de visão.

2015 também trouxe maravilhosas surpresas em seu final. Afinal, não é todo dia que se realiza o sonho de conhecer um ídolo.
Aproveita e já dá uma olhada nas fotos das demais meninas do projeto:
Aline | Caah | Camila | Francieli | Izabella | Julia | Yasmin | Thay
Esse último sábado foi dia de season finale de Doctor Who e esse episódio foi totalmente surpreendente. Eu particularmente gostei muito de alguns pontos e de outros, nem tanto. Mas tenho que admitir que foi um ótimo episódio e que contou com muitas cenas emocionantes. Vocês já sabem mas não custa repetir: clicou no Continuar lendo, está sujeito a spoilers!
Eu ainda não consigo acreditar, mas sim, eu realizei meu sonho de conhecer David Tennant. E isso aconteceu na Comic Con Experience de São Paulo, no dia 04/12. Fui postando ao longo desses dias todas as novidades, desde quando a Krysten anunciou pela primeira vez que viria ao Brasil e que talvez trouxesse o David com ela até a confirmação de que sim, meu ator preferido estaria na Comic Con brasileira. E agora vou terminar a história, contando como foi conhecer esse ser humano que eu admiro tanto e que normalmente me deixa boba.
No episódio desse último sábado, onde o Doctor estava sozinho 99% do tempo, nós tivemos a resposta para a pergunta: afinal, para onde ele foi teletransportado? Alguns spoilers já tinham sido soltos na internet, mas como sempre, é melhor assistir o episódio para tentar entender toda a história. E foi isso que eu fiz e que recomendo seriamente que você faça também. Se já assistiu, clica no “Continuar lendo” e comente com a sua opinião!
(mais…)
Esse tema da blogagem coletiva do grupo Blogueiros Geeks logo de cara foi o que mais me chamou atenção. Afinal, quantas lições maravilhosas a gente não aprendeu com os filmes da Disney? Por mais que eu não seja mais criança, ainda assim as animações do estúdio Disney me encantam e trazem valiosos conselhos para nossas vidas.
1. Você pode fugir do seu passado, ou aprender com ele.
(mais…)
Na ansiedade imensa que eu estava por Jessica Jones semana passada, quase esqueci de ver as notícias de Doctor Who. Acabei descobrindo o ponto principal desse episódio um pouco antes e devo confessar que fiquei surpresa. Face the Raven, décimo episódio dessa nona temporada, foi um episódio com alguns pontos altos e baixos, que são discutidos depois do “Continuar lendo”, que é quando os spoilers tomam conta.