Categoria "Acabei de Ler"
06
04
2012

Com Spoilers ou Sem Spoilers?

O que é um spoiler? Spoiler é um termo que acabou ‘evoluindo’ dentro dos fandoms para determinar aquelas informações sobre o futuro de um filme, série ou livro que você ainda não sabe, porque ainda não viu ou leu. É basicamente algo que pode estragar sua experiência quando for ler o livro ou assistir o filme/série, exatamente por tirar a surpresa. Tem gente que lê spoilers, tem gente que foge deles.

Estou meio sumida do blog, do Twitter, do Tumblr… e isso tem tudo a ver com meu mais novo vício: Doctor Who! Foi minha amiga Vania, do blog Por Essas Páginas, que me viciou nessa série. E tudo começou exatamente por causa de um post no blog dela, que tinha muitos spoilers de uma personagem em especial de Doctor Who e que ela não me deixou ler antes de assistir a série.

Aí, eu fiquei pensando: é melhor ver (ou ler) algo sabendo spoilers ou sem nenhum, totalmente no escuro?

Acabei seguindo o conselho da minha amiga e estou assistindo Doctor Who (uma temporada em seguida da outra) sem ler spoilers. Foi ainda mais difícil para mim, porque Doctor Who vai começar sua sétima temporada ainda esse ano e eu só agora estou acabando a sexta. Então, o que era spoiler para mim já era algo do passado para os fãs da série, que falam sobre isso com naturalidade. Eu tive que tomar cuidado para não descobrir nada antes do tempo, já que existem posts no Tumblr e no Twitter sobre Doctor Who que eu simplesmente não pude ver para ficar livre dos benditos spoilers.

Para mim, é uma experiência nova. Eu não sou exatamente alguém que foge deles. Na verdade, na grande maioria das vezes, eu realmente não me importo com eles: se achar algum na internet, leio e nem por isso deixo de ler ou assistir o filme. Bem, ao menos não na maioria das vezes. E como eu sou uma pessoa curiosa por natureza, acabo lendo spoilers sem pensar duas vezes.

Mas devo admitir que está sendo uma experiência muito boa. Assistir algo sem ter idéia de para onde a história vai é uma surpresa atrás da outra. Uma das melhores vantagens é poder criar novas teorias e ficar imaginando qual o rumo dos seus personagens preferidos, e depois vibrar se você acertar ou então poder comparar a solução dada pelo programa com a que você tinha inventado e ver qual das duas era melhor (devo admitir que com Doctor Who, na maioria das vezes, era algo que eu nunca podia ter imaginado e melhor do que eu conseguiria criar, o que me faz ficar mais viciada ainda).

Outro que eu me joguei sem saber de spoiler nenhum (muito embora na internet já estivesse cheio deles): o sexto livro de Harry Potter, Harry Potter and the Half-Blood Prince (título em português: Harry Potter e o Enigma do Princípe). Consegui escapar de todos os spoilers e ler o livro totalmente no escuro. Gritei muito de surpresa e alegria em algumas partes, chorei em outras.

Claro que li o sétimo (Harry Potter and the Deathly Hallows – título em português Harry Potter e as Relíquias da Morte) sabendo praticamente todo o livro, porque aí eu não aguentei e li tudo que é spoiler possível e imaginável. Enfim, sou uma pessoa de contradições.

Acho que no fim das contas, quando você decide ler spoilers, você tem que pôr na cabeça que você perde o elemento da surpresa (e muitas vezes ainda interpreta o spoiler errado). Mas, se a ansiedade for muita, talvez seja a única coisa que te acalme. Eu tento me segurar, mas às vezes é impossível.

Porém, se você quiser um conselho, SEMPRE leia o livro ou veja a série/filme, mesmo depois de ler os spoilers. Uma interpretação errada, um spoiler fora do lugar na linha do tempo, ou até mesmo uma palavra errada num spoiler podem mudar todo o sentido. Além de existir a possibilidade de o spoiler estar completamente errado e você deixar de descobrir o que realmente acontece por causa disso.

Vocês lêem spoilers?

02
04
2012

Os Livros de Março

Esse é um post rápido só para manter atualizada a minha lista de leituras realizadas em 2012. O mês de março, além de ter sido mais corrido (trabalho, aulas da pós-graduação, etc), ainda contou com mais um fator que me tirou o foco das leituras, me distraindo um pouco (por pouco, leia-se eu não conseguia fazer outra coisa): Doctor Who. Sério, eu não estou assistindo a série clássica e sim a que a BBC estreiou em 2005, mas em meio mês já cheguei na quinta temporada. Totalmente viciante e eu culpo a Vania (aliás, Ily, quem é a Vania?), do Por Essas Páginas.

Mas consegui completar em março a leitura de três livros, o que baixa um pouco minha média de leitura e me faz pensar que terei que compensar logo logo para voltar no ritmo e cumprir a meta de 50 livros esse ano.

O primeiro deles foi Paper Towns, do John  Green. Gosto muito de John Green, já falei isso por aqui. Paper Towns é um livro muito bom, mas fica em último na lista de três livros dele que eu já li. Looking for Alaska é melhor. Um dos problemas que eu tive com o livro foi o fato de que achei a Margo muito parecida com a Alaska em suas loucuras e trejeitos, e eu tive medo no meio do livro que seu destino fosse o mesmo da Alaska. Enfim, gostei, mas não amei o livro. 

Depois eu li Lola and the Boy Next Door, da Stephanie Perkins. Já fiz uma resenha do livro, mas se você ainda não leu, vou só dizer que é um livro muito fofo e gostoso de ler. Li muito rápido, não conseguia parar. Amei a Lola e o Cricket, e achei a história uma delícia. Recomendo para quem gosta de romances, como eu, que não são exatamente água com açúcar, mas que são bem açucarados mesmo assim.

Por fim, e esse também já tem resenha por aqui, li Will Grayson, Will Grayson, mais um do John Green, mas esse em parceria com o David Levithan. O livro é contado revezando os pontos de vista de dois garotos chamados Will Grayson. Mais informações no post da resenha, mas já adianto: não tem como ler esse livro e não se apaixonar pelo Tiny.

E são esses os livros de março. Em abril, além de querer ler a série Feios, do Scott Westerfeld, ainda pretendo ler os livros que andei comprando do Book Depository e que devem chegar durante o mês. Vêm por aí Maggie Stiefvater, que é uma autora que várias pessoas já me indicaram; Dash & Lily’s Book of Dares; The Perks of Being a Wallflower, entre outros.

Quais foram as suas leituras de março?

27
03
2012

Acabei de Ler: Lola e o Garoto da Casa ao Lado – Stephanie Perkins

Nesse livro que acompanha Anna e o Beijo Francês, dois adolescentes descobrem que o amor verdadeiro pode estar mais próximo do que eles imaginam. Para a aspirante a designer de roupas Lola Nolan, quanto mais extravagante for a roupa – com mais brilhos, mais divertida, mais fora do normal – melhor. Mas, ainda que o estilo da Lola seja totalmente fora do comum, ela é uma filha dedicada e uma amiga com alguns grandes planos para o futuro. E tudo parece estar perfeito (incluindo seu lindo namorado cantor de rock) até que os gêmeos Bell voltam a morar na casa ao lado da sua. Quando a família volta e Cricket – um inventor e engenheiro talentoso – sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela deve finalmente lidar com seus sentimentos pelo garoto da casa ao lado. (Tradução livre da sinopse do livro).

Eu já tinha lido “Anna e o Beijo Francês” da mesma autora, e achei uma delícia de ler. É um livro bem leve, com personagens interessantes e que ainda se passa em Paris, descrevendo alguns dos seus pontos históricos e também um pouco da cultura, da gastronomia e do dia-a-dia na chamada Cidade-Luz. Foi por ter gostado tanto desse livro que acabei arriscando comprar via internet “Lola and The Boy Next Door”. E posso dizer que não me arrependi.

“Lola and The Boy Next Door” tem uma capa um pouco melhor do que “Anna e o Beijo Francês”, mas mesmo assim devo confessar que não é o tipo de capa que me atrai quando estou na livraria. Não sei porque, mas capas com fotos de pessoas são as que menos me chamam a atenção. Mas, como eu já tinha lido o primeiro livro da Stephanie Perkins, algo me dizia que valia a pena.

Lola é uma personagem que te conquista logo de cara. Ela adora moda e se veste como quer, não se importando com o que os outros vão pensar dela. É simplesmente parte do que ela é. Sua mãe biológica é cheia de problemas e logo que ficou grávida ligou para o irmão mais velho para que ele a tirasse da enrascada (algo que ela continua a fazer durante a vida, conforme a gente percebe na leitura) e então ele, junto com o seu companheiro, adotou Lola. O problema de seus dois pais é que eles são extremamente protetores e por isso não conseguem aceitar o namoro dela com Max, que é bem mais velho.

Os problemas de Lola só aumentam quando os Bells voltam a morar na casa ao lado da sua. Lola já tinha sido muito apaixonada pelo filho dos Bell, Cricket, mas devido a alguns fatos que ocorreram logo antes de eles se mudarem para acompanhar a irmã gêmea de Cricket, Calliope, que treina patinação artística, agora Lola não quer mais nada com ele… certo?

Vou confessar: não gostei do Max desde o princípio. Li várias resenhas de meninas que gostaram dele, mas pra mim, ele me pareceu arrogante e egoísta demais, apesar de ir (leia-se enfrentar) aos brunchs de domingo com os pais da Lola. E logo de cara já tive uma quedinha pelo Cricket, com as suas invenções e com seu jeitinho tímido. Sou muito mais o cara nerd. Lola trabalha no mesmo cinema que Anna, e aí a gente pode ver o casal Anna e Étienne St. Clair depois do final do primeiro livro e dar mais uns suspirinhos por esses dois.

Enfim, se você gostou de Anna e o Beijo Francês, vai amar esse livro. Não é um livro que vai mudar a sua vida, mas nem todo livro deve ser. É uma leitura gostosa, bonitinha, para relaxar e acabar o livro suspirando. Eu simplesmente não conseguia parar de ler e em dois dias já tinha chego ao fim (e isso que eu tive um monte de coisa para fazer nesses dias). O vocabulário é fácil também, por isso, se você quiser arriscar ler em inglês, vá em frente, vale a pena arriscar! Ou também você pode esperar, o lançamento da versão em português do livro está prevista para sair ainda esse ano pela Editora Novo Conceito.

Se você tiver algum livro desse gênero para recomendar, deixe nos comentários, por favor.

18
03
2012

Acabei de Ler: Will e Will: Um Nome, Um Destino – John Green, David Levithan

Em uma noite fria, em um canto imprevisível de Chicago, dois adolescentes – ambos chamados Will Grayson – estão para cruzarem seus caminhos. Quando seus mundos colidem e se misturam, os Will Graysons vêem suas vidas tomando direções novas e inesperadas, levando a reviravoltas românticas e à produção épica do musical colegial mais fabuloso da história. (Tradução livre da sinopse do livro em inglês).

Não sei se já falei por aqui, mas me apaixonei por John Green. Li “Looking for Alaska” (na edição brasileira entitulado “Quem é você, Alasca?” da Editora WMF Martins Fontes), depois li “Paper Towns” e acabei agora o livro “Will Grayson, Will Grayson”, que é metade escrito por ele e metade escrito pelo David Levithan.

“Will Grayson, Will Grayson” conta a história de dois adolescentes que dividem o mesmo nome. Na verdade, como os próprios autores contam, cada um deles começou a escrever seu Will Grayson sem ter idéia do quê o outro estava escrevendo, só sabendo que os seus personagens iriam eventualmente se encontrar.

Assim, o livro é escrito do ponto de vista de cada um dos Will Grayson, e os capítulos vão se intercalando entre os dois.  No começo, achei muito estranho, porque os capítulos escritos pelo segundo Will Grayson não continham nenhuma letra maiúscula, e todos os diálogos pareciam uma conversa em algum chat online, sabe? Mas ou menos assim:

eu: falo assim
minha mãe: responde assim

Mas depois você se acostuma, e quando você descobre que tem uma razão para o autor ter escrito assim, você até entende e dá razão para ele: a razão é que o personagem se sente muito insignificante, logo todas as letras minúsculas.

Os dois Will Graysons são bem diferentes entre si. O primeiro é mais parecido com os personagens dos outros livros que eu li do John Green, ou seja, ele é um nerd, não é popular e pensa demais. Esse personagem em especial tem uma estratégia inteessante de não se envolver com nada e manter-se de boca fechada para não se meter em confusão (ou seja, ele acaba fugindo da vida para não se machucar e não a vive direito). Já o segundo (que eu não posso dizer se é ou não parecido com os outros personagens do David Levithan, já que esse foi o primeiro livro dele que eu li) é bem mais introvertido, mais “tô nem aí”… na verdade, o personagem é clinicamente depressivo, ou seja, toma remédios para tratar do problema. A fuga desse segundo Will Grayson é diferente: ele simplesmente tenta desesperadamente não se importar com nada e com ninguém.

E claro, tem um personagem que precisa ser mencionado aqui: o Tiny Cooper. Tiny é o melhor amigo do primeiro Will Grayson, é gay assumido, se apaixona por um garoto novo a cada fim de semana e está escrevendo, dirigindo e promovendo um musical sobre ele mesmo na sua escola. Olha, depois de ler sobre esse musical, juro que queria estar lá para assisti-lo.

Quando eles se conhecem, aos poucos, a vida dos dois muda e eles acabam reavaliando como se vêem e suas ações em relação às pessoas que os cercam. É legal ver como os personagens discutem o que é o amor, o que é o medo, como os nossos receios nos impedem de viver muita coisa e como às vezes nós não damos o devido valor àqueles que nos cercam.

O livro também discute a questão da homossexualidade e de como os relacionamentos amorosos tem os mesmos problemas, sejam entre pessoas do mesmo sexo ou não.

É um livro gostoso de ler, quando você termina você tem até vontade de sair cantando e dançando. Gostei muito.

04
03
2012

Livros Infantis que Valem a Pena Ler e Reler

Existem vários tipos de livros infantis, direcionados para as mais diferentes faixas etárias e com os mais diversos objetivos educacionais e de entretenimento.

Porém, vocês com certeza já leram algum livro infantil que tem linguagem simplificada, é cheio de ilustrações que remetem ao universo das crianças e quando você lê, vê que em seu conteúdo traz alguns ensinamentos que servem muito mais para os adultos do que para as crianças, que entendem muito melhor do assunto.

Esses são os três livros que para mim se dizem infantis e que de infantis não tem nada.

1. O Pequeno Princípe – Antoine de Saint-Exupéry

Acho que esse é o livro infantil mais adulto do mundo. Com todas as lições que encerra nas suas páginas, o livro “O Pequeno Princípe” encanta as pessoas desde a sua primeira edição, e não é à toa que é o livro de língua francesa mais vendido no mundo e foi traduzido para aproximadamente 160 línguas e dialetos.

Além do seu conteúdo altamente filósofico (ainda que não use nenhuma palavra estranha ou situação complexa para isso), as ilustrações, feitas pelo próprio autor, servem para acompanhar a história e aumentar um pouco da magia do livro.

Com certeza um dos livros que valem a pena ser lidos em diferentes momentos da vida, pois sempre trará algo novo.

2. Ei! Tem Alguém Aí? – Jostein Gaarder

Talvez você tenha reconhecido o nome do autor, cujo livro mais famoso é “O Mundo de Sofia”. Esse é um de seus livros infantis, por assim dizer. Conta a história de Joakim, que na véspera em que vai ganhar um irmãozinho ou irmãzinha, fica sozinho em casa e ganha a visita de alguém muito especial: Mika. Juntos, os dois passam 24 horas conversando sobre a origem da vida, suas semelhanças e suas diferenças.

A primeira vez que li esse livro devia ter uns 13, 14 anos. Foi um livro que a minha professora de português (a mesma que me deu de presente o livro “Marta & William”) deu como uma das leituras do bimestre.

Posso dizer que é um livro lindo, com muitas passagens que você quer guardar para a vida e que te fazem parar para pensar. Gosto muito desse livro e recomendo principalmente para as crianças que vão ganhar um novo membro na família: com Joakim e Mika algumas das principais dúvidas que aparecem nesse momento. E também para os adultos que na sua vida diária acabaram perdendo um pouco dessa coisa mais simples que é a ansiedade em esperar por algo novo.

3. O Menino do Dedo Verde – Maurice Druon

Não sei se esse livro é muito conhecido. Ganhei ele de presente de aniversário quando eu fiz 10 anos, eu acho. É um livro que, seguindo o estilo dos livros desse post, tem uma leitura leve, gostosa. Não é um livro longo, e em toda frase, todo capítulo tem um pouco de poesia escondida, um teor um pouco mais filosófico.

Esse livro traz a discussão acerca de temas como convívio social, ética e cidadania. Conta a história de Tistu, um menino que é expulso do colégio por não conseguir se manter acordado durante as aulas. Para não deixar de adquirir conhecimento, seus pais, que são muito ricos, acabam desenvolvendo uma rotina de “aulas” com os empregados da casa.

É em uma dessas aulas com o jardineiro que ele descobre uma coisa impressionante: Tistu é dono de um polegar verde, onde toca nascem flores e plantas. E não importa onde, o que dá a Tistu a oportunidade de fazer brotar as mais diferentes plantas em janelas, paredes e até no teto.

As aventuras e as confusões em que Tistu se mete por causa desse seu talento trazem, cada uma, uma lição diferente. Aos poucos, ele vai mudando, com seu jeito único de ser, a vida de toda uma comunidade.

Claro, existem outros livros que, embora sejam classificados como infantis, traz muito mais lições e reflexões para os adultos. Imagino que o famoso “Alice no País das Maravilhas” seja um desses livros, mas como ainda não li, não posso dizer. É mais um que vai para a minha lista sempre crescente dos livros que ainda quero ler.

E vocês, conhecem mais algum livro infantil que todo mundo devia ler e reler?

01
03
2012

Os Livros de Fevereiro

Mesmo tendo tirado férias do trabalho, fevereiro acabou sendo um mês um pouco mais atribulado, com festas de família e aulas da pós-graduação no caminho. Portanto, li um pouco menos nesse mês, mas consegui chegar a marca de 5 livros completos.

Qual seu número? – Karyn Bosnak

Comecei o mês com esse chick-lit bem divertido da Karyn Bosnak que já virou até filme. Não assisti o filme, mas o livro é engraçado, com a personagem principal um pouco doidinha, é verdade, mas que em alguns pontos você não consegue deixar de se identificar com ela. Uma leitura bem relaxante para as férias.

Conta a história de Delilah Dressing, que após perceber que já se relacionou com 20 homens e ler uma pesquisa num jornal de que a média de homens na vida de uma mulher é 10,5, sai caçando seus ex-namorados, convencida de que um deles é o grande amor da sua vida que ela deixou passar. Para isso, conta com a ajuda do vizinho investigador/ator Collin.

Não assisti o filme, mas a idéia do livro é bem interessante e acho que deve ter dado um filme divertido também. Já está na minha lista de filmes a serem alugados na locadora.

O Diabo Veste Prada – Lauren Weisberger

Depois, aproveitando que eu estava empolgada com um chick-lit, resolvi tentar ler mais uma vez “O Diabo Veste Prada”. Eu já tinha tentado ler o bendito do livro umas três vezes, mas sempre desanimava no meio do caminho.

O livro conta a história da Andy que, recém-formada, sonha em escrever para o The New Yorker, mas que acaba conseguindo um emprego como uma das assistentes pessoais de Miranda Priestly, a editora toda poderosa da Runway, revista de moda importantíssima. O problema é que a nova chefe é super exigente, exigindo até mesmo que suas assistentes adivinhem o que ela quer. Aos poucos, Andy vai tendo sua vida inteira consumida pela chefe.

Tive que teimar um pouco, e a idéia de desistir me passou pela cabeça algumas vezes. O meu problema com esse livro é que não só a Miranda me irrita, como a própria Andrea também. Aliás, teve partes no livro que a única personagem que realmente me fez ter vontade de torcer por ela foi a Emily, a outra assistente da Miranda: pelo menos a Emily sabia o que queria e lutava por isso, ao invés da Andrea, que ficava bajulando a chefe e depois dando desculpas para a melhor amiga e o namorado.

É melhor que o filme? Sim, é. O final do livro é muito mais crível do que o fim do filme, por isso acabei gostando mais. Mas nem por isso posso dizer que foi um livro gostoso de ler para mim. Eu insisti muito para terminar a leitura e cheguei ao fim aliviada. Não foi um livro legal para mim.

Destino – Ally Condie

Resolvi então ler uma distopia. Sim, eu sei que a primeira distopia que eu li, Jogos Vorazes, não foi exatamente meu tipo de livro, mas tenho que dizer que a idéia geral de uma sociedade distópica me encanta.

Destino acompanha a história de Cassia, que tem todas as grandes decisões da vida tomada pela Sociedade: qual o melhor companheiro, onde deve trabalhar, quando deve morrer… Ela confia na Sociedade, com suas estatísticas e probabilidades para atingir ao máximo o potencial dos cidadãos. Porém, na noite do seu “Baile do Par”, quando as pessoas são designadas aos seus pares, um erro acontece e lhe são apresentados dois pretendentes… e um deles não teria o direito de ter um par.

Então, Cassia começa aos poucos a questionar tudo o que antes achava que era verdade, inclusive se a Sociedade realmente não comete erros.

Minha alma rebelde odiou a Sociedade desde o início. Não conseguia entender porque as pessoas deixavam de lado o direito de tomar suas próprias decisões. Chega a ser triste ler a descrição de como as pessoas se “divertem”, pois até isso tem seu horário e todos os “jogos” parecem serem desenvolvidos exclusivamente para atingir um objetivo específico. E gente, definir quando as pessoas devem morrer? Argh!

No geral, gostei bastante do livro. Me deixou um pouco frustrada o fato de que em alguns pontos do livro devemos apenas confiar nas suposições da personagem principal e admití-los como verdade para continuar a leitura, sem nenhuma confirmação. Mas apesar desses pontos, é interessante ver como funcionaria um mundo assim, em que todos se vestissem da mesma maneira, comessem somente o que fosse necessário para que seus corpos atingissem seu maior potencial… Valeu a leitura, e vou ler os próximos livros que virão.

Looking For Alaska – John Green

Acabei comprando o livro em inglês mesmo, não achava em português em lugar nenhum para comprar e nas livrarias online, estava sempre em falta. Achei ótimo começar a ler John Green por ele.

Looking for Alaska é, acima de tudo, um livro inteligente. Não apenas porque seus personagens são inteligentes, mas porque a leitura te leva a pensar, porque a história te envolve e você torce, vibra e fica ansioso esperando o próximo acontecimento. O texto em si é muito inteligente.

Basicamente, a história é sobre Miles, um menino que coleciona as últimas palavras de personagens importantes e famosos. Ele é meio nerd, ou seja, não tem muitos amigos, e decide ir para um colégio interno para “ir em busca do grande talvez”. Lá ele acaba fazendo amigos, que não são tão normais (mas também, quem é?) e também a Alaska do título, uma menina que ele acha linda, mas que tem alguns mistérios.

Existe um acontecimento no livro que acaba sendo um divisor de águas, por assim dizer, e divide o livro em antes e depois. Os capítulos do livros são assim, também: cento e vinte dias antes, um dia depois. Mais uma vez, esse é um livro inteligente.

Nem preciso falar que gostei dessa leitura e que me empolguei para ler os outros livros do John Green, né?

Linhas – Sophia Bennett

Linhas foi o último livro inteiro que eu li em fevereiro. Conta a história de um trio de amigas que moram em Londres: Nonnie, que é aficcionada em tudo que diz respeito à moda e às celebridades; Jenny, que foi chamada para ser fazer um filme de sucesso e Hollywood; e Edie, que faz de tudo para melhorar seu currículo, entrar em uma boa faculdade e um dia ser, quem sabe, embaixadora da ONU.

O mundo das três dá uma reviravolta quando conhecem Crow, uma menina da África que é uma estilista talentosa, apesar de ter apenas doze anos. Logo, as meninas acabam descobrindo o porquê de Crow estar em Londres e que há muitas tristezas no seu passado.

É um livro legal, sim, mas nada fora do comum. Eu gostei, mas senti falta de algo que me prendesse mais na história, um pouco mais de aprofundamento nos personagens. É uma leitura boa para quando você está bem disperso e quer algo bem leve para ler.

Bem, foram esses os livros que eu li em fevereiro. Estou na metade de Paper Towns, outro livro do John Green, e estou gostando bastante, mas tenho algumas dúvidas… vamos ver se quando acabar, essa dúvidas vão se confirmar. Mas aí fica para os livros de março mesmo.

E vocês, quais livros leram no mês do carnaval?

28
02
2012

Os Sete Pecados Capitais de Uma Leitora

No YouTube, tá rolando a tag “Seven Deadly Sins of Beauty”, ou seja, Sete Pecados Capitais da Beleza, onde as meninas respondem perguntas sobre qual produto de maquiagem se adequa mais a cada um dos pecados mencionados.

Como eu, apesar de amar maquiagem, não saberia responder aquelas perguntas, decidi dar uma adaptadinha na tag para responder quais são os “Sete Pecados Capitais de Uma Leitora”. Não é uma tag, então não vou indicar ninguém para responder, mas quem tiver um canal do YouTube ou um blog e quiser responder, sinta-se à vontade e deixe o link nos comentários para que eu leia quais são os seus sete pecados capitais de leitor.

Gula: Qual o livro você comprou por gula, ou seja, simplesmente para ter na estante? 

Eu completei esse ano (me dei de presente de aniversário, na verdade) a coleção de Harry Potter na edição inglesa, da Bloomsbury, com as capas infantis. Sempre quis ter a coleção completa no original, por assim dizer, mas até o fim do ano passado só tinha os três últimos livros em inglês.

Avareza: Existe algum livro que você comprou porque estava barato ou deixou de comprar porque estava caro demais?

Há algumas semanas comprei o livro Água Para Elefantes, da Sara Gruen, nas Lojas Americanas, simplesmente porque estava R$ 9,90 enquanto em todos os outros lugares estava R$ 29,90.

Não lembro de nenhum livro que eu tenha deixado de comprar porque estava caro demais, mas se tem algo que eu não pago de jeito nenhum quando compro pela internet é frete. A única exceção que faço é para livros que eu tenha uma certa urgência em ter em mãos.

Luxúria: O que lhe atrai visualmente na hora de comprar um livro? Qual livro você comprou/compraria somente pela capa?

Meus olhos costumam prestar mais atenção em capas mais coloridas, principalmente cor-de-rosa. O último livro que eu comprei foi Linhas, da Sophia Bennett, e tenho que admitir que um dos pontos que pesou na minha escolha foi justamente a capa, que achei linda.

Ira: Qual foi o personagem ou a história que mais te deixou com raiva? Com qual livro ou série literária você tem aquela relação de amor e ódio?

O personagem que mais me deixou com raiva depois que eu li o livro foi a Ever, da série Os Imortais, da Alyson Nöel. Nem consegui ler o resto da série (li o segundo livro bem empurrada e depois desisti) porque sinceramente ela me irritava com a sua burrice. Nunca se interessar em saber o que está acontecendo à sua volta, simplesmente ignorar quando todos os sinais apontam para algo óbvio… me desculpe, mas não consegui gostar dos livros. Sentia vontade de entrar na história para dar uns tapas bem dados na menina.

Minha relação de amor e ódio é definitivamente com a série Jogos Vorazes, que eu gostei mas não gostei. Ainda estou decidindo.

Inveja: Que obra literária você adoraria ter na sua coleção?

Acho que o livro que mais me causa “inveja” por assim dizer é quando alguém tem seu livro de Harry Potter autografado pela JK Rowling. Não é bem uma inveja de querer mal à outra pessoa só porque ela tem algo que eu queria muito, mas mesmo assim, acho que é o que mais se encaixa aqui.

Preguiça: Qual o livro que está/ficou parado na sua estante simplesmente porque você tem preguiça de ler?

Eu tenho em casa a edição em inglês de This Charming Man (que traduzido ficou “Cheio de Charme”) da Marian Keyes, e ele está parado há algum tempo na minha estante exatamente porque toda vez que tento lê-lo, me dá preguiça. Outro livro que eu enrolei até para ler foi justamente Jogos Vorazes, que acabei terminando de ler só quando já tinha os outros dois livros da trilogia (ainda bem, não sei se conseguiria controlar a ansiedade se tivesse que esperar os outros livros serem lançados).

Soberba: Qual obra literária você não lê por orgulho?

Já falei aqui dos meus preconceitos literários, então não dá para deixar de mencionar qualquer coisa que a Cassandra Clare escreva. Sei que deve ser uma leitura legalzinha, mas não consigo nem falar da bendita autora. Não sei se posso chamar isso de orgulho, mas…

Bem, são esses os meus sete pecados capitais quando estamos nos referindo a esse mundo encantado dos livros. Quais são seus?

26
02
2012

Livros que marcaram a minha história

Todo mundo tem aqueles livros que fizeram parte da sua história, até aqueles que quase não lêem. Pode ter sido um livro que a professora de português obrigou a ler na quarta série, pode ter sido um livro cuja capa deu início a uma conversa interessante…

Agora, os apaixonados por leitura como eu normalmente tem uma listinha de livros que marcaram a sua história. São aqueles livros que não tem jeito, não saem da sua estante por nada, você não doa, você não vende no sebo e nem emprestar empresta. Essa é a minha listinha (que deveria se chamar os livros que marcaram minha adolescência, mas deixa pra lá):

1. A Marca de Uma Lágrima – Pedro Bandeira

Todo mundo passa por uma época na adolescência que a paixão chega daquela forma fulminante que só mesmo os adolescentes conseguem entender. Quando chegou esse momento na minha vida, foi esse o livro que me acompanhou. O livro conta a história da Isabel, que se apaixona pelo primo Cristiano, que por sua vez é apaixonado (e correspondido nessa paixão) pela melhor amiga de Isabel, Rosana.

Cristiano e Rosana começam a trocar cartas com poemas de amor, mas nenhum dos dois tem o dom para escrever, então os dois pedem para Isabel escrever suas cartas. Logo, Isabel começa a responder as próprias cartas, que só servem para alimentar a paixão da melhor amiga e do primo e para acabar ainda mais com qualquer esperança que ela tivesse.

Para ajudar a confusão, Isabel ainda é envolvida na trama do assassinato da diretora da sua escola junto com o amigo (que daria tudo para ser mais do que amigo de Isabel) Fernando. E assim, em meio a cartas de amor e investigações sobre o crime, Pedro Bandeira vai desenvolvendo essa história que tem poesia, citações de Fernando Pessoa e muita angústia e falta de auto-estima adolescente. Marcou e muito a minha história, porque foi lida no momento certo.

2. Harry Potter (a série), JK Rowling

Desculpa, mas não dá para falar de livros que marcaram a minha história e não falar da série de livros que mais mudou ativamente a minha vida. Digo isso porque através de Harry Potter e da maravilhosa evolução da internet, fiz amigos, conheci lugares novos, ri muito e briguei muito também. A minha relação com HP é tão forte que quando a JK Rowling anunciou nesse dia 23 que vai lançar um novo livro (adult0) ainda esse ano, eu comemorei muito. E vamos ser sinceros, ela pode escrever um manual de mecânica que eu vou ler na pré-estréia.

Harry Potter é Harry Potter e todo mundo deve ler, não importa a idade. É o tipo de história que o livro é enorme, mas você nem sente, porque vai se envolvendo e se apaixonando pelos personagens cada vez mais. Eu recomendo e defendo a importância de Harry Potter na infância das pessoas. E na sua adolescência e na sua juventude e na sua vida adulta e na sua velhice. Ponto final.

3. Marta & William – Álvaro Cardoso Gomes

Esse é outro da minha adolescência. Álvaro Cardoso Gomes é um autor que não pode faltar na lista de livros de uma adolescente, na minha opinião. Quem não leu “A Hora do Amor” e riu das trapalhadas do Beto e da sua paixão também atrapalhada por Lúcia Helena perdeu uma parte muito legal da maldita adolescência.

Marta & William tá aqui por outro motivo muito especial: esse foi um presente da minha professora de português de 5a. a 8a. série. Tem recadinho dela no livro e tudo e eu guardo esse livro com o maior carinho, porque me faz lembrar que tem gente que passa pela vida da gente e faz uma diferença tamanha.

O livro é todo escrito no formato de cartas trocadas entre a Marta e o misterioso William do título. Junto com os textos, cada carta tem uma ilustração diferente, com uma pintura, uma colagem ou outro tipo de arte que os dois trocam entre si. É muito bonito, porque não é uma história contada em palavras somente, as figuras fazem parte da história também. Eu adoro e recomendo.

Esses são alguns dos livros que marcaram minha história, por motivos bem diferentes, mas que não deixam de ser mais ou menos importantes uns dos outros. Você já parou pra pensar em quais são os seus?

12
02
2012

A Minha Experiência com Jogos Vorazes – Suzanne Collins

O primeiro livro que eu li em 2012, como eu já falei por aqui, foi justamente Jogos Vorazes, o primeiro livro da trilogia que leva o mesmo nome. Porém, após ter lido os três livros, acho difícil fazer uma resenha para cada um deles, por isso vou falar do que eu achei sobre os três de uma vez só.

É difícil para mim dizer se eu gostei dos livros ou não. Meus sentimentos em relação a série são conflitantes. Tenho amigas que amaram, querem ler novamente para pegar os detalhes… e eu já posso dizer que, no momento, não consigo me ver relendo esses livros .Um filme vai ser lançado em março, o trailer já saiu, e eu não sei se vou conseguir assistir depois da minha reação quando terminei de ler.

Aliás, a sensação que tive foi “Ufa! Acabou, consegui terminar de ler”. Mas aí é que a coisa complica: esse sentimento não é porque Jogos Vorazes é uma série ruim, muito pelo contrário, foi uma das melhores que eu li nos últimos tempos em termos de personagens bem construídos, história envolvente, muita ação e antecipação. Suzanne Collins te mantém na beira da cadeira o tempo todo, esperando para ver da onde vem o próximo golpe. E talvez seja por isso que eu não caí de amores pela série. Simplesmente, não é meu estilo de livro. Fiquei angustiada depois de ler. Sério, tinha hora que eu me pegava com os olhos cheios de lágrimas por lembrar de algum personagem ou algum fato que aconteceu em um dos livros.

Esses livros eu recomendaria para quem gosta de livros de ação, de discussões sobre o poder da TV para controle das massas, sobre como algumas pessoas podem ser totalmente alienadas se recebem do governo o seu “pão e circo” (lembra das aulas de história?). Se você ler ou se já leu, tente adivinhar em que momento do futuro a história acontece.

Um bom conselho para quem vai ler (acho que já dei esse conselho por aqui, mas…): não se apegue a personagem nenhum, a autora não poupa ninguém. Também, se você for uma manteiga derretida como eu, não leia em público, ou você vai ter que explicar para outras pessoas porque está chorando.

É uma série que levanta muitas perguntas mas que não te dá muitas respostas, o que sinceramente não me agrada muito. Muitos personagens secundários você simplesmente precisa presumir o que aconteceu a eles, o que também não gosto muito. E existem algumas cenas que são desnecessárias. Mas, olhando a série como um todo, acho que vale a pena ler. Pelo menos, para mim valeu a pena. Mas, como eu disse, não sei se leria de novo.

06
02
2012

Meme Literário: Isso ou Aquilo?

Esse é um meme literário que eu vi no blog Leitora Compulsiva e resolvi responder as perguntinhas por aqui também…

Isso ou Aquilo?


1. Audiobook ou livro?

R: Livro. A minha experiência com o audiobook resume-se ao primeiro capítulo de “The Son of Neptune”, do Rick Riordan e sinceramente, teria curtido muito mais se ele tivesse disponibilizado a versão escrita no site dele.

2. Capa dura ou capa mole?

R: Não tenho preferência, já que acho que o livro capa dura, pelo menos aqui no Brasil, acaba sendo caro demais e não vale a pena.

3. Ficção ou não-ficção?

R: Ficção, não gosto muito de ler histórias reais não.

4. Harry Potter ou Crepúsculo?

R: Harry Potter sem sombra de dúvidas. Mesmo na época do Volvocast, quando fui louca por Crepúsculo e lia e relia os livros e me debruçava sobre o romance de Edward e Bella, minha resposta nunca deixou de ser Harry Potter. Afinal, foi com HP que eu descobri o que era fandom, o que era fanfiction. E foi com HP que briguei pela primeira vez defendendo um casal de personagens …

5. Ebook ou livro?

R: Apesar de gostar de e-books, ainda prefiro os livros em papel, para levar para onde eu quiser e não ter que depender de baterias ou tomadas para continuar lendo.

6. Comprar ou pegar emprestado?

R: Comprar. Amo ter os livros na minha estante.

7. Livro único ou série?

R: Queria responder livro único, mas praticamente todos os meus preferidos são séries… então, devo dizer que prefiro livros em série, desde que cada um dos livros tenha começo, meio e fim e não acabe com uma grande reviravolta no final.

8. Livraria física ou on-line?

R: On-line, porque apesar de amar pegar o livro nas mãos e já sair com ele da livraria, moro em uma cidade com uma grande livraria só, que nunca tem exatamente todos os lançamentos e aqueles que chegam aqui estão com os preços lá em cima, nem vale a pena comprar.

9. Livro longo ou curto?

R: Mais longos por favor! Eu leio rápido demais, e se o livro for muito curto tenho que me controlar para não ler tudo de uma vez só. Estou tendo que me policiar com Destino, da Ally Condie, exatamente porque é um livro curto e é o primeiro de uma série de livros que ainda não foram todos publicados.

10. Drama ou ação?

R: Depende… sou mais drama, mas também não consigo gostar muito de livros no estilo Nicholas Sparks, então não sei.

11. Prefere ler no seu canto ou tomando sol?

R: Leio em tudo que é lugar, mas devo admitir que acabo lendo mais tomando sol do que sozinha em casa.

12. Chocolate quente, café ou chá?

R: Chá. Não que eu não goste de café, mas quando estou lendo minha tendência é me perder na leitura e aí o café fica frio…

13. Prefere ler a resenha ou decidir por si?

R: Eu normalmente procuro ler a resenha antes de alguém que eu sei que tem um gosto literário parecido com o meu, mas não é exatamente necessário: se eu ler a sinopse na livraria e gostar, levo para casa.

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