05
10
2016

Quem é vivo, sempre aparece.

Sim, eu ainda estou por aqui. Alguns probleminhas não me permitiram postar no último mês, mas eu não desisti do blog, não. Talvez a ressaca do BEDA tenha influenciado um pouco a pausa nos posts, também. Porém, eu decidi não me forçar a postar e depois me arrepender por não ter um conteúdo de qualidade. post-lancamentos

Nós ainda temos várias novidades esse ano. Por exemplo, agora em outubro vem a edição nacional de Harry Potter and the Cursed Child. Também vamos ter o lançamento do O Rei Corvo, o último livro da série Os Garotos Corvos. E não dá para não mencionar The Heart of Betrayal, continuação de The Kiss of Deception, em novembro.  (mais…)

04
12
2014

Acabei de Assistir: Gracepoint – Episódios 07 e 08

Gracepoint, desde as primeiras críticas que eu havia lido que saíram antes mesmo da série começar a ser exibida pelo canal Fox na tv aberta americana, escritas por jornalistas especializados que haviam assistido os oito primeiros episódios, trazia a promessa de se distanciar bem da versão original a partir do sétimo episódio.
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27
11
2014

Acabei de Assistir: Gracepoint – Episódios 05 e 06

Voltando de viagem e colocando em dia todas as séries que ficaram para trás. A americana Gracepoint exibiu seu quinto episódio em 30/10 e seu sexto em 06/11. Como eu estava fora, acabei assistindo eles um atrás do outro, e resolvi organizar os posts dessa maneira: um para o quinto e sexto, e outro para o sétimo (13/11) e oitavo (20/11) episódios, que deve ser publicado ainda essa semana. Lembrando que no dia 27/11 não haverá exibição de episódio novo, tendo em vista que é o dia de Ação de Graças nos EUA.
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02
06
2014

Assisti no Netflix: Warehouse 13

Quem usa muito Netflix, já conhece as recomendações deles, que são feitas levando em conta o que você já assistiu, certo? Foi numa dessas recomendações que descobri Warehouse 13 (algo como Armazém 13).
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04
10
2013

Acabei de Assistir: Firefly

Eu amo ficção científica, principalmente quando diz respeito ao futuro. Adoro assistir e ler sobre os vários futuros que a humanidade pode ter (não é à toa que alguns dos meus episódios preferidos de Doctor Who são exatamente sobre o futuro dos seres humanos, onde eles estariam, como lidariam com as adversidades que o universo, com certeza, vai trazer para esse pequeno planeta que nós chamamos de casa).

Firefly traz uma nova visão sobre o futuro da humanidade: quando a Terra fica pequena demais para tanta gente, os humanos passam a se lançar pelo espaço em busca de outros planetas e luas que pudessem suportar uma adaptação para que seu ambiente ficasse habitável. Nessa busca incansável, gerações inteiras viveram dentro de naves para que se chegasse em sistemas planetários capazes de serem transformados.firefly

Mas como a humanidade é falha, após chegarmos e adaptarmos planetas e luas para habitação, logo logo arranjamos brigas uns com os outros. Uma aliança entre os governos dos planetas centrais não aceita que as luas e planetas mais afastados (e, de acordo com eles, menos civilizados) não se submetam a um governo geral, e logo uma guerra começa pela independência.

Firefly se passa depois dessa guerra. Firefly é o modelo da nave carinhosamente batizada de Serenity, em homenagem a Batalha de Serenity Valley, que foi uma batalha terrível onde a guerra acabou e na qual o Capitão Malcolm Reynolds lutou para os Independentes. A série segue a história da tripulação da Serenity, que faz de tudo um pouco, aceitando trabalhos legais e alguns nem tão legais assim. E aí você tem uma série de faroeste no espaço (yay!).

Se eu tivesse lido só essa parte, pode ter certeza, eu nunca teria assistido a série. Nunca fui fã de caubóis, e sinceramente, caubóis no espaço me parece uma idéia muito idiota. Mas Firefly não é assim. Primeiro, porque o mais importante em Firefly são os personagens: todos os personagens são complexos. Todos tem seus dias bons e seus dias ruins. É fácil defender as atitudes de um personagem e dois minutos depois estar o condenando.

Joss Whedon, o criador de Firefly, descreveu a série como sendo sobre “nove pessoas olhando dentro da escuridão do espaço e vendo nove coisas diferentes”. E é bem isso mesmo.

Infelizmente, a série foi cancelada após a exibição de onze episódios da primeira temporada (apesar de existirem catorze episódios produzidos). Mas conseguiu angariar uma base de fãs tão leal que em 2005 foi lançado o filme Serenity, para dar uma conclusão na história.

Totalmente envolvente, Firefly é uma dessas séries que é difícil escolher um personagem preferido. Como em todas as séries escritas por Joss Whedon, os personagens são especialmente complexos, muito bem desenvolvidos. A história em geral da série também é uma história completa, detalhada, de modo que você consegue acreditar que aquele seria o futuro da humanidade.

Falando em detalhes, eu amei o fato de que Firefly respeita uma lei científica muito importante que, por não ser uma regra nos filmes e programas de TV que se passam no espaço, muitas vezes é esquecida: o som não se propaga no vácuo. Logo, você assiste a tremendas explosões no espaço sideral… sem nenhum ruído sequer.

Até a música tema de Firefly merece ser mencionada: é uma música country (cowboys no espaço, lembra?) com uma letra que tem tudo a ver com a série. Ouçam The Ballad of Firefly e me digam se estou errada ou não.

 

Realmente, uma série que não dá pra não assistir.mari-transp

02
04
2013

Acabei de Assistir: Once Upon a Time

Não sou muito de acompanhar séries; atualmente, só estou acompanhando fielmente duas: Doctor Who e Once Upon a Time (ah, e The Lizzie Bennet Diaries, que é uma websérie e por isso não sei se conta).
A premissa de Once Upon a Time (doravante apelidada carinhosamente de OUAT) é que os personagens dos contos de fada foram retirados de sua terra com magia por uma maldição lançada pela madrasta má da Branca de Neve.
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Nessa nova terra sem magia (leia-se: o nosso mundo) todos os personagens se esqueceram das suas vidas, exceto pela Regina (a madastra) e pelo Rumpelstiltskin. Eles moram todos na mesma cidadezinha litorânea do Maine chamada Storybrooke, onde Regina é a prefeita e Rumpelstiltsk é o Mr. Gold, o dono da loja de penhores, e todos os outros personagens são pessoas normais vivendo vidas simples: Mary Margareth, que é a Branca de Neve, é a professora da escola primária e o seu Prince Charming está desmemoriado e em coma no hospital da cidade.
A história começa quando o filho adotivo da Regina, o Henry, foge de casa e vai à procura de sua mãe biológica, Emma. Tudo estaria bem (ou pelo menos mais próximo do normal) se Henry tivesse ido atrás da mãe biológica apenas por curiosidade e não por saber que ela é a única pessoa que pode quebrar a maldição que aflige todos os habitantes de Storybrooke. Emma é, na verdade, a filha de Branca de Neve e o Prince Charming e existe uma profecia que diz que quando ela completasse 28 anos, ela voltaria a Storybrooke e quebraria o encanto.
Alguns obstáculos se colocam entre Emma e o fim da maldição. O primeiro deles é que Emma simplesmente não acredita no filho biológico que ela deu pra adoção e nunca esperaria vê-lo de volta, ainda mais com idéias tão malucas a respeito de contos de fadas.
A cada novo episódio, as histórias dos contos de fadas (que sempre são adaptadas, nunca exatamente como a gente sempre ouviu) vão sendo contadas em paralelo com as histórias do que esses personagens estão vivendo em Storybrooke. É sempre muito interessante observar como a história está sendo adaptada e como o que aconteceu antes na vida de cada um interfere e se desenrola no mundo sem magia que eles estão vivendo.
Outra coisa que eu adoro ver em OUAT é como os vilões nunca são vilões apenas porque são maus; sempre existe uma razão, algo que aconteceu em suas vidas que foi aos poucos moldando esses personagens a serem como são. Um bom exemplo é o Rumpelstiltsk, um dos meus personagens preferidos.
O Rumpelstiltsk é um personagem que nos contos de fadas ajuda uma princesa a fiar palha e transformá-la em ouro, e em troca pede o primogênito dela.
Quando o filho da princesa nasce e Rumpelstiltsk volta para buscar seu pagamento, a princesa, implorando, pede para que ele lhe dê uma outra opção, oferecendo todo o ouro que possui. Rumpelstiltsk, porém, faz outro trato com a princesa: se ela descobrir o seu nome em três noites, ele deixará que ela fique com seu filho.  
Conto a história porque sinceramente era uma das poucas que não me lembrava. E também porque o Rumpelstiltsk é um dos meus personagens preferidos. Ah, e a princesa da história, a que fia a palha e transforma em ouro… bem, é uma surpresa e tanto.
Em OUAT, porém, a história de Rumpelstiltsk é muito mais complexa do que parece, e aos poucos você entende seus motivos. Existem momentos que você fica com muita raiva de suas tramóias, em outros ele está agindo de uma maneira malvada, mas como você sabe os motivos para ele estar agindo assim, você chega a torcer por ele. O personagem é complexo, e ao conhecer sua história de maneira mais profunda, ele deixa de ser um vilão, pura e simplesmente.
Eu só sinto não poder entrar em detalhes sobre a história de cada um, mas deixo aqui minha dica: assista. O canal Sony está exibindo a segunda temporada da série aqui no Brasil, às quintas, às 21h.foto
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04
2012

Acabei de Assistir: Doctor Who


Depois de declarar minha obssessão por Doctor Who nos dois últimos posts, nada mais natural do que finalmente escrever um post exclusivamente sobre a série. Mas, afinal, sobre o que é Doctor Who?

O 9º. Doctor, interpretado por Christopher Eccleston.

Doctor Who conta as aventuras do último dos Time Lords (Senhor do Tempo), o Doctor (que a dublagem em português traduz para Doutor, mas sinceramente, não consigo chamá-lo de Doutor). E aí você pode perguntar: mas… Doutor quem? É essa a pergunta que dá nome a série. E não, ele não diz o nome, simplesmente responde para chamá-lo “just… The Doctor”.

O Doctor viaja por todo o tempo e espaço a bordo de sua TARDIS (acrônimo para Time and Relative Dimension in Space) que tem a forma de uma cabine de polícia azul, utilizada em Londres nos anos 60. Na realidade, a TARDIS teria a capacidade de mudar sua forma para se camuflar de acordo com o local em que ela aterrisa, mas a TARDIS do Doctor meio que travou na cabine de polícia e ficou por isso mesmo.

O 10º. Doctor, interpretado por David Tennant (que sinceramente merece um post só dele), e sua TARDIS - ela é bem maior por dentro.

A série Doctor Who foi primeiramente exibida no período de 1963 até 1989, sendo suspensa até 1996, quando foi produzido um filme da série e então, voltando ao formato de série em 2005. É essa nova série que eu assisti. Até o momento, a nova série teve seis temporadas, com a estréia da sétima prevista ainda para esse ano e mais um especial em comemoração pelos 50 anos da série que deve ser exibido em 2013.

O que garante que a série consiga ser exibida por tanto tempo é justamente o fato de que pode ser renovada por completo, inclusive o ator principal, sem perder a sua linha de história. Para dar uma idéia, o atual Doctor (interpretado por Matt Smith) é o décimo-primeiro, desde o começo da série. Isso se dá pelo fato de que os Time Lords tem um truque para enganar a morte: quando eles estão para morrer, eles regeneram cada uma das células do seu corpo, o que acaba mudando completamente a sua aparência e também sua personalidade.

O 11º Doctor, interpretado por Matt Smith, e sua "companion", Amy Pond.

O Doctor também costuma levar consigo “companions” (acho que a tradução mais usada para companion seria companheiro), pessoas que o acompanham em suas viagens. Normalmente sempre existe uma mulher que é mais constante, mas isso não impede de volta e meia a tripulação da TARDIS ser de quatro pessoas, por exemplo.

As companions também costumam mudar com uma certa frequência. Por exemplo, já tivemos cinco companions mais constantes nas últimas seis temporadas (atualmente, fazem companhia ao Doctor o casal Pond, Amy e Rory), sem contar aqueles que ficam apenas por alguns episódios.

Com tanta possibilidade de mudança, e ainda podendo ter como cenário qualquer lugar em qualquer tempo, não é difícil entender porque a série conseguiu durar tanto tempo sem cair na mesmice. Ainda, apesar de tanto tempo, alguns mistérios continuam sem resposta. Com base nisso, ainda tem muita história para ser contada em Doctor Who.

A série também conta com o maravilhoso humor britânico, o que, se todo o resto não tivesse me convencido, isso com certeza teria.

Se você, como eu, também sempre foi um pouco fascinado pelo universo, adora uma série que conta o improvável porém possível, e que não só foca nos tipos de vida alienígena, mas também nas relações humanas (e nem tão humanas assim), eu realmente indico Doctor Who.

Doctor Who está sendo exibida pela TV Cultura, na tv e pela internet, dublada e com opção do áudio original, de segunda à sexta, às 20h20.

E vocês, o que andam assistindo?

06
04
2012

Com Spoilers ou Sem Spoilers?

O que é um spoiler? Spoiler é um termo que acabou ‘evoluindo’ dentro dos fandoms para determinar aquelas informações sobre o futuro de um filme, série ou livro que você ainda não sabe, porque ainda não viu ou leu. É basicamente algo que pode estragar sua experiência quando for ler o livro ou assistir o filme/série, exatamente por tirar a surpresa. Tem gente que lê spoilers, tem gente que foge deles.

Estou meio sumida do blog, do Twitter, do Tumblr… e isso tem tudo a ver com meu mais novo vício: Doctor Who! Foi minha amiga Vania, do blog Por Essas Páginas, que me viciou nessa série. E tudo começou exatamente por causa de um post no blog dela, que tinha muitos spoilers de uma personagem em especial de Doctor Who e que ela não me deixou ler antes de assistir a série.

Aí, eu fiquei pensando: é melhor ver (ou ler) algo sabendo spoilers ou sem nenhum, totalmente no escuro?

Acabei seguindo o conselho da minha amiga e estou assistindo Doctor Who (uma temporada em seguida da outra) sem ler spoilers. Foi ainda mais difícil para mim, porque Doctor Who vai começar sua sétima temporada ainda esse ano e eu só agora estou acabando a sexta. Então, o que era spoiler para mim já era algo do passado para os fãs da série, que falam sobre isso com naturalidade. Eu tive que tomar cuidado para não descobrir nada antes do tempo, já que existem posts no Tumblr e no Twitter sobre Doctor Who que eu simplesmente não pude ver para ficar livre dos benditos spoilers.

Para mim, é uma experiência nova. Eu não sou exatamente alguém que foge deles. Na verdade, na grande maioria das vezes, eu realmente não me importo com eles: se achar algum na internet, leio e nem por isso deixo de ler ou assistir o filme. Bem, ao menos não na maioria das vezes. E como eu sou uma pessoa curiosa por natureza, acabo lendo spoilers sem pensar duas vezes.

Mas devo admitir que está sendo uma experiência muito boa. Assistir algo sem ter idéia de para onde a história vai é uma surpresa atrás da outra. Uma das melhores vantagens é poder criar novas teorias e ficar imaginando qual o rumo dos seus personagens preferidos, e depois vibrar se você acertar ou então poder comparar a solução dada pelo programa com a que você tinha inventado e ver qual das duas era melhor (devo admitir que com Doctor Who, na maioria das vezes, era algo que eu nunca podia ter imaginado e melhor do que eu conseguiria criar, o que me faz ficar mais viciada ainda).

Outro que eu me joguei sem saber de spoiler nenhum (muito embora na internet já estivesse cheio deles): o sexto livro de Harry Potter, Harry Potter and the Half-Blood Prince (título em português: Harry Potter e o Enigma do Princípe). Consegui escapar de todos os spoilers e ler o livro totalmente no escuro. Gritei muito de surpresa e alegria em algumas partes, chorei em outras.

Claro que li o sétimo (Harry Potter and the Deathly Hallows – título em português Harry Potter e as Relíquias da Morte) sabendo praticamente todo o livro, porque aí eu não aguentei e li tudo que é spoiler possível e imaginável. Enfim, sou uma pessoa de contradições.

Acho que no fim das contas, quando você decide ler spoilers, você tem que pôr na cabeça que você perde o elemento da surpresa (e muitas vezes ainda interpreta o spoiler errado). Mas, se a ansiedade for muita, talvez seja a única coisa que te acalme. Eu tento me segurar, mas às vezes é impossível.

Porém, se você quiser um conselho, SEMPRE leia o livro ou veja a série/filme, mesmo depois de ler os spoilers. Uma interpretação errada, um spoiler fora do lugar na linha do tempo, ou até mesmo uma palavra errada num spoiler podem mudar todo o sentido. Além de existir a possibilidade de o spoiler estar completamente errado e você deixar de descobrir o que realmente acontece por causa disso.

Vocês lêem spoilers?

09
01
2011

Minhas Paixões – Dead Like Me

Dead Like Me é uma série que lida exatamente com o assunto do post anterior: a morte. Em português o título ficou  “A Morte Lhe Cai Bem” e a série, que teve duas temporadas e um filme para finalizar a história, conta a história de sua protagonista, Georgia Lass, a George, uma menina sem rumo nem ânimo nenhum para viver, que largou a faculdade e acabou sendo forçada pela sua mãe a procurar um emprego na Happytime, uma agência de empregos. Com seu mau humor e sarcasmo habituais, George consegue um emprego monótono e, no seu horário de almoço, acaba sendo atingida por um assento de privada que caiu de uma estação espacial e morre.

Porém, ao invés de partir dessa pra melhor, George acaba ficando no meio termo, para virar uma ceifadora. Basicamente, sua função é ceifar a alma do corpo, o que normalmente acontece momentos antes da morte da pessoa. George descobre também que precisa arranjar um lugar para morar e um emprego, já que a nova função não lhe traz nenhum benefício empregatício. Ou seja, depois de morta, George deve continuar a viver.

A série traz toda uma história diferente do convencional para George e seu grupo de colegas ceifadores, e com isso acaba retratando a morte com um humor negro que lhe é essencial. Mostrando como George lida com sua vida em vida e sua vida na morte, acaba trazendo algumas reflexões importantes. No fim das contas, George acaba descobrindo como viver… após a morte.

O filme, que se passa cinco anos após a “morte” de George, mostra como anda a protagonista e os seus demais amigos ceifadores, bem como George lida com sua função. O filme serve para contar um pouco o que ocorre com a família de George depois de tanto tempo de sua morte e também para mostrar alguns caminhos que a série talvez tivesse tomado caso não fosse cancelada.

Gosto muito do tipo de humor que a série explora, bem como dos personagens. No começo você quer dar uns tapas em George pra ver se ela acorda, mas com o andar dos capítulos ela vai acordando e você consegue até torcer por ela. Dead Like Me é diferente, sai do molde, por isso talvez tenha sido cancelada. Mas se você gosta de um humor um pouco mais desenvolvido, essa é uma que eu recomendo.

20
11
2010

Séries – Pretty Little Liars

Uma boa surpresa foi Pretty Little Liars. Sinceramente, não esperava muito, mas li alguns bons comentários e acabei dando uma chance. Gostei bastante,a série é bem estruturada, tem um plot bem legal e te deixa com a pulga atrás da orelha.

Aliás, acho que é isso que falta em muitas séries por aí: essa habilidade de deixar a gente com um gostinho de quero mais, tentando maquinar mil e uma teorias para descobrir os mistérios… A maioria das séries hoje não tem mais mistério, é tudo muito mais do mesmo, e aí a gente acaba desanimando.

Pretty Little Liars lida com a temática de mentiras. Aparentemente uma cidadezinha pacata cheia de cidadãos respeitáveis, aos poucos são revelados segredos que ninguém poderia imaginar, mostrando que ninguém é perfeito.

 

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