07
08
2017

Acabei de Ler: Londres é Nossa – Sarra Manning

Eu confesso: fiquei interessada nesse livro por causa do Londres no título. Para quem não sabe, eu amo a cidade e costumo ler livros que se passem por lá. Sabia pouco sobre a história de Londres é Nossa quando comecei a ler, mas a leitura acabou me agradando por vários motivos. Por isso, vim falar sobre ela aqui no blog. Quem sabe você não decida ler esse livro também?

Título OriginalLondon Belongs to Us
AutorSarra Manning
Editora: Galera Record (selo do Grupo Editorial Record)
Páginas: 261
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03
05
2017

Acabei de Ler: O Canto Mais Escuro da Floresta – Holly Black

Eu amo ler fantasia, vocês já sabem. Mas às vezes existem alguns tipos de fantasia que eu acabo não lendo tanto. Quando recebi O Canto Mais Escuro da Floresta do Turista Literário, por exemplo, notei que nunca tinha lido uma fantasia com fadas. Não porque não gosto, mas nunca tinha tido a oportunidade antes. O folclore criado ao redor dessas criaturas tem várias obras baseadas nele. Esse foi um dos motivos pelos quais fiquei curiosa para lê-lo. E foi uma leitura bem gostosa, por isso vim conversar sobre esse livro com vocês.

Título Original: The Darkest Part of the Forest
AutorHolly Black
Editora: Galera Record (selo da Editora Record)
Páginas: 290
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04
04
2017

Acabei de Ler: Novembro, 9 – Colleen Hoover

Eu enrolei para falar de Colleen Hoover aqui no blog. Esse já deve o quinto ou sexto livro dela que eu li. Por isso, posso afirmar que demorei para falar dos livros dela por aqui. Mas depois de ler Novembro, 9, não dava mais para adiar. Já passou da hora de compartilhar com vocês meu amor por essa autora e suas obras.

novembro 9 colleen hoover

Título Original: November 9
AutorColleen Hoover
Editora: Galera Record, selo da Editora Record
Páginas: 310
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08
08
2016

Acabei de Ler: Lembrança (A Mediadora) – Meg Cabot

Como não se apaixonar por esse livro? O último livro da série A Mediadora veio nos mesmos moldes de O Casamento da Princesa. Um livro mais adulto, trazendo a personagem principal da série alguns anos mais tarde, lidando com a vida. Eu sempre fui muito apaixonada pela série e rever Suzannah e Jesse De Silva em Lembrança foi uma experiência maravilhosa.lembranca01

Título Original: Remembrance
Série: A Mediadora #7
Autor: Meg Cabot
Editora: Galera Record
Páginas: 400
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08
04
2016

Minha Decepção Com Mara Dyer

Eu estava bem curiosa a respeito da série de livros que começa com “A Desconstrução de Mara Dyer”. A capa, uma fotografia de uma menina embaixo d’água, aparentemente se afogando, chama bastante a atenção. Algumas resenhas que eu li também frisavam bastante que a Mara, personagem principal da história, estava sempre duvidando de si mesma, já que por sequelas de um acidente que sofreu, não lembrava de muitas coisas e outras parecia que havia imaginado. Parecia um livro interessante.

maradyerUm grupo de amigos…

Uma tábua ouija…

Um presságio de morte.

Mara Dyer não estava interessada em mensagens do além. Mas para não estragar a diversão da melhor amiga justo em seu aniversário ela decide embarcar na brincadeira. Apenas para receber um recado de sangue. Parecia uma simples piada de mau gosto… até que todos os presentes com exceção de Mara morrem no desabamento de um velho sanatório abandonado. O que o grupo estaria fazendo em um prédio condenado? A resposta parece estar perdida na mente pertubada de Mara. Mas depois de sobreviver à traumática experiência é natural que a menina se proteja com uma amnésia seletiva. Afinal, ela perdeu a melhor amiga, o namorado e a irmã do rapaz. Para ajudá-la a superar o trauma a família decide mudar para uma nova cidade, um novo começo. Todos estão empenhados em esquecer. E Mara só quer lembrar. Ainda mais com as alucinações – ou seriam premonições? – Os corpois e o véu entre realidade, pesadelo e sanidade se esgarçando dia a dia. Ela precisa entender o que houve para ter uma chance de impedir a loucura de tomá-la….

Título Original: The Unbecoming of Mara Dyer
Autor:
Michelle Hodkin
Série: Mara Dyer
Editora: Galera Record
Páginas: 375
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A Desconstrução de Mara Dyer, primeiro livro da trilogia Mara Dyer, conta a história de Mara (não, sério? – tá, desculpa, vou tentar parar de escrever o nome dela aqui), uma garota que vivia uma vida normal e tinha uma melhor amiga, a Rachel, e tudo estava bem até que chegou na cidade Claire Lowe, que aparentemente tenta a todo custo “roubar” sua melhor amiga.

Numa noite, após Claire insistir, as meninas e o irmão de Claire (e aparentemente namorado de Mara) Jude, resolvem explorar um hospital psiquiátrico que já estava abandonado e condenado, que é uma aventura normal para os adolescentes da região. Mas então o local desaba e a única sobrevivente do acidente é Mara.

Ela acorda no hospital, sem memória nenhuma do que aconteceu e com as pessoas ao seu redor a tratando de forma estranha. Para escapar de todas as memórias que poderiam ser traumáticas, a sua família se muda para Miami, Flórida, onde ela tenta voltar a levar uma vida normal, com a ajuda do irmão mais velho, Daniel.

O problema é que ela começa a ter visões de acontecimentos que não sabe ao certo se aconteceram ou não, e tudo acaba ficando bem confuso. É também em Miami que ela irá conhecer Noah Shaw e junto com ele começar a desvendar o que há de errado com ela.

Como até o título do post já revela, infelizmente, a história foi uma baita decepção para mim. Muito disso teve a ver com as expectativas que eu tinha para esse livro: eu acreditava que ele seria um thriller psicológico, com a personagem principal sofrendo de transtorno pós-traumático e tendo problemas em definir o que seria realidade e o que seria sua imaginação. Mas o livro acaba indo para um caminho mais paranormal, onde alguns personagens tem poderes, que porém não são definidos por completo, de forma que eu me senti perdida durante a leitura – e não de uma forma boa.

Mesmo eliminando toda a minha decepção com a parte sobrenatural do livro, vários outros pontos me incomodaram durante a leitura. O primeiro deles é a insistência de Mara em julgar toda outra menina a seu redor. Além de Rachel, ela não confia em nenhuma outra personagem feminina e constante julga as colegas de sala pelo que elas vestem ou pela sua vida sexual. Ela não tem amigas e se acha superior às meninas, parecendo estar em constante competição com as outras.

E o outro grande problema que eu tive com esse livro é Noah Shaw, o clichê ambulante. Ele é o típico bad boy gostosão, que é rude e trata todas as meninas mal, com a exceção de Mara (se bem que no começo, nem ela escapa). Noah é rico, lindo, gostoso e inglês. Sim, meninas, imaginem esse sotaque, uau! Ou seja, um baita clichê. O pior para mim é quando ele começa a dizer para Mara o que ela deve fazer, o que desde já demonstra que esse relacionamento não é saudável.

Eu também posso citar aqui minha decepção com a grande reviravolta do final, mas acho que já estava tão decepcionada com esse livro que quando cheguei ao fim nem tive ânimo para isso.

Muitas pessoas amam essa história e talvez na continuação ela melhore, mas sinceramente para mim ler o primeiro livro da série foi suficiente para perceber que a leitura definitivamente não me agrada. Não tenho nenhuma vontade de continuar a ler.

E vocês, já leram esse livro? O que acharam?

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04
04
2016

Acabei de Ler: Todo Dia – David Levithan

Sim, eu sei: a Galera Record acabou de lançar o próximo livro da série, Outro Dia, que basicamente traz a mesma história do ponto de vista da Rhiannon, que é a outra metade desse livro.  Mas eu acabei de ler Todo Dia e esse livro é tão diferente de todos os Young Adult que eu já li que simplesmente preciso falar sobre ele.

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Título Original: Every Day
Série: Every Day #1
Autor:
David Levithan
Editora: Galera Record
Páginas: 322
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Modelo2-Favorito


Todo dia vai contar a história de A, que é um ser sem forma física definida, sem gênero, sem família… Explico: ele acorda todo dia num corpo diferente e vive um dia no corpo daquela pessoa. À meia-noite, ele é arrancado daquele corpo e acorda no dia seguinte em um corpo totalmente diferente. A única coisa em comum entre as pessoas que A ocupa o corpo por um dia é que elas são todas da mesma idade e não moram muito longe umas das outras.

A vive bem sua vida solitária, já criou alguns mecanismos para não atrair problemas e não se envolver co a vida da pessoa que ele está vivendo, até que ocupa o corpo de Justin por um dia e conhece sua namorada, a Rhiannon. E ao conhecê-la, acaba se apaixonando por ela. A partir daí, começa a sempre tentar voltar para ela, independentemente de que corpo está ocupando.

É uma história bem singular, uma ideia totalmente nova e criativa do autor que consegue, explorando todas as particularidades de A, colocar em discussão, por exemplo, o quanto o amor depende de uma rotina, depende de que a mesma pessoa esteja lá com você todos os dias. Já que A não tem nem ao menos um corpo para chamar de seu, como criar esse sentimento de permanência?

Outro ponto que é discutido durante o desenvolvimento do enredo é quanto o corpo pode controlar a mente. Alguns dos corpos ocupados por A são de usuário de drogas ou de pessoas que sofrem de depressão, e isso influencia e muito no que A efetivamente consegue fazer naquele dia. A maneira como A descreve como o corpo toma o controle em situações como essa abre a discussão: será que basta querer parar de usar drogas para parar ou a dependência química é mais forte que isso?

Gostei muito da diversidade de tipos de vidas pelas quais A passa, e por serem todos adolescentes da mesma idade vivendo numa mesma região, também conseguimos parar para refletir como a nossa história de vida faz quem nós somos. Além disso, vários tipos de sexualidade são explorados e é interessante ver todos os tipos de amor que nos são apresentados.

O interessante da Rhiannon, personagem pela qual A se apaixona, é observar como um ponto fixo na história de A acaba trazendo questionamentos sobre a sua existência e a maneira como vive. Com esse contraponto, é possível acompanhar todo o seu questionamento e todas as suas dúvidas.

Enfim, é realmente um livro único e uma leitura envolvente. Quero ler Outro Dia e conhecer melhor a Rhiannon e tudo o que ela estava passando durante a história. E já ouvi por aí que teremos um terceiro livro na série. Meus sentimentos em relação a isso são dúbios, já que apesar de estar curiosa para saber mais sobre A, ainda assim gostei muito da maneira como esse livro acaba.

Já leram esse livro? O que acharam?

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06
11
2013

Acabei de Ler: Zumbis x Unicórnios – Holly Black e Justine Labastier

Zumbis x Unicórnios é uma antologia organizada pelas escritoras Holly Black – líder do time dos Unicórnios – e Justine Labastier – líder do time dos zumbis. Conforme elas mesmo vão explicando no começo de cada um dos contos, a antologia foi idealizada graças às discussões das duas sobre quem seriam as melhores criaturas: zumbis ou unicórnios. Como essa é uma questão que eu tenho certeza tira o sono de muitos vocês, resolvi ler o livro e tirar minhas próprias conclusões: afinal, sou time zumbi ou unicórnio?zumbis x unicornios
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06
05
2012

Acabei de Ler: Nick e Norah: Uma Noite de Amor e Música – Rachel Cohn e David Levithan

O que pode acontecer quando dois adolescentes se conhecem por acaso em um caótico show de punk rock? Eles se apaixonam, é claro. Depois de um beijo, Nick e Norah vivem uma aventura pelos bastidores de NYC – um encontro repleto de alegria, ansiedade, confusão e entusiasmo, como deve ser a primeira vez.

Apesar de ter lido esse livro em inglês, sei que a Galera Record já publicou o livro em português com o título de “Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música”, o que é um título bem apropriado, considerando a maneira como a história é contada. Basicamente, o livro é sobre a noite em que Nick e Norah se conhecem e todas as aventuras que acabam enfrentando. Claro, como o título sugere, tudo se passa conectado à músicas e bandas.

Esse não foi um livro favorito para mim. Dash and Lily’s Book of Dares é muito melhor na minha opinião. Acho que alguns dos motivos são o fato de que existem muitas referências musicais no livro que eu não conheço (apesar de não ser obrigatório para entender a história, talvez tivesse sido mais interessante sabendo sobre que música os personagens estavam falando)… também que tudo acontece em uma noite. Para mim, é rápido demais, acaba focado demais nos personagens principais e de uma maneira bem superficial, e o relacionamento deles acaba parecendo meio que fabricado. É muito drama e muito sentimento para ter acontecido em apenas uma noite.

Além disso, acho que qualquer livro, mesmo um que se propõe a contar uma noite na vida de dois adolescentes, devia usar um pouco mais de desenvolvimento dos dois personagens principais, ou talvez até contar um pouco mais dos outros personagens que aparecem na história.

No fim das contas, acho que o livro simplesmente não me empolgou. É o tipo de livro que daqui há alguns meses já não sei mais sobre o que é, e eu acredito que isso é o mais triste que pode acontecer com o livro.

Vocês já leram? Tem alguma opinião diferente sobre o livro?

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