01
05
2017

Acabei de Ler: Codinome Lady V – Lorraine Heath

Já comentei várias vezes por aqui que um dos meus gêneros literários favoritos é o romance de época. Amo as descrições, os personagens, fico irritada com os costumes… Enfim, é uma leitura que me atrai bastante. Quando vi que Codinome Lady V tinha sido lançado no Brasil pela Editora Gutenberg, logo fui atrás de conseguir meu e-book. Codinome Lady V - Lorraine Heath

Título Original: Falling Into Bed With a Duke
AutorLorraine Heath
Série: Os Sedutores de Havisham #1
Editora: Gutenberg
Páginas: 299
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26
04
2017

Acabei de Ler: A Promessa da Rosa – Babi A. Sette

Como vocês sabem, eu amo um bom romance de época. A Promessa da Rosa me chamou a atenção por ser de uma autora nacional. Ainda não tinha lido nada da autora e por ter gostado da sinopse, resolvi arriscar. Não era bem o que eu estava esperando e alguns momentos da história me incomodaram. Mas ainda assim, resolvi compartilhar um pouco dessa leitura aqui, com vocês.

A Promessa da Rosa

AutorBabi A. Sette
Série: Flores da Temporada #1
Editora: Novo Século
Páginas: 432
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22
07
2016

Acabei de Ler: Madrugadas de Desejo – Jayne Fresina

Madrugadas de Desejo é um romance de época que já estava na minha estante há algum tempo. Aproveitando o tema da primeira semana da #MLI2016, livros encalhados, finalmente me dediquei à leitura.madrugadas01

Título Original: The Wicked Wedding of Miss Ellie Vyne
Série: Sydney Dovedale #2
Autor: Jayne Fresina
Editora: Única
Páginas: 288
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A história de Ellie Vyne, uma mulher que se disfarça de homem para conseguir, com isso, salvar o padastro da ruína financeira, é cheia de momentos engraçados. Ellie se mete em muitas confusões, e várias delas envolvem James Hartley. Os dois se conhecem desde a infância e nunca se deram muito bem. Além disso, James sempre foi apaixonado pela já casada melhor amiga de Ellie, Sophie.

Tudo começa quando Ellie, disfarçada de um conde, acaba ganhando de presente de uma admiradora jóias que pertencem a Hartley. Essas jóias poderiam finalmente lhe trazer a paz financeira para fugir para a casa de sua tia e viver em paz, sem ter que se preocupar com o padrasto ou com as meia-irmãs. Porém, claro que James não vai deixar que as jóias de sua família sejam afanadas por um condezinho qualquer. Mesmo que quem tenha dado as jóias para uma outra mulher que as passou para frente tenha sido ele mesmo.

Quando James descobre que de alguma forma Ellie sabe como encontrar o conde, decide que não irá mais deixar que ela saia de seu campo de visão. Como vocês podem imaginar, a partir daí muitas confusões acabam se criando.madrugadas

Jayne Fresina brinca com o clichê nesse livro, mas com o desenrolar da história, envolve o leitor de uma forma que não conseguimos parar de ler. Durante vários momentos, pareceu que o enredo poderia se perder, mas a maneira rápida dos diálogos entre os dois personagens principais e as situações engraçadas salvam a leitura. As características únicas de Ellie, uma mulher obviamente a frente de seu tempo, fazem com que seu personagem e consequentemente a história sejam muito interessantes.

Gosto muito de romances de época, como vocês sabe. Às vezes eles parecem criados a partir de receita de bolo. Madrugadas de Desejo escapa dessa receita com sua escrita leve. O que me deixou curiosa porém foi descobrir que esse é o segundo livro de uma série. O primeiro conta a história de Sophie, a melhor amiga de Ellie, e acho que teria sido legal descobrir mais sobre a história dela. Talvez algumas pequenas lacunas nessa obra poderiam ter sido preenchidas. Nada que atrapalhe a leitura, mas eu gostaria de ter lido na ordem.

Alguém já leu esse livro? Tem algum romance de época que acham que eu deveria ler? Deixem nos comentários.

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27
05
2016

Acabei de Ler: A Indomável Sofia – Georgette Heyer

Fiquei muito feliz ao receber de surpresa, do Grupo Editorial Record, o livro A Indomável Sofia, da autora Georgette Heyer. É o primeiro livro que leio dela, mas já estava de olho faz tempo, principalmente por se tratar de um romance de época, um gênero que eu amo tanto e que já apareceu tantas vezes aqui no blog.sophia03

Título Original: The Grand Sophy
Autor:
Georgette Heyer
Editora: Record
Páginas: 404
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A obra conta a história de Sofia Staton-Lacy, ou Sophy para os íntimos, que após ter sido criada de maneira pouco convencional para as mulheres da época, acompanhando o pai em suas viagens pelo mundo, não está nem um pouco perto do modelo de moça tímida e recatada que se espera de uma jovem britânica.

Porém, seu pai deve partir para uma viagem diplomática para o Brasil (logo onde) e decide deixá-la aos cuidados da família da irmã, Lady Ombersley. Ao chegar, Sophy logo percebe os vários problemas de seus primos e de seus tios e coloca na cabeça que é seu dever ajudá-los.sophia02

Assim, ela decide que vai ajudar a prima Cecilia com seu drama amoroso, já que a jovem encontra-se prometida a um homem e apaixonada por outro, um poeta que não tem a aprovação de sua família, vai descobrir o que seu primo Hubert está escondendo de sua família e vai trazer um pouco mais de ânimo para aquela casa, perturbando principalmente seu primo mais velho, Charles, e sua enfadonha noiva.

A escrita de Georgette Heyer é um pouco difícil, pois afasta o leitor das histórias e por vezes, durante a leitura, fiquei me sentindo um pouco perdida. Os vários personagens também atrapalham um pouco, já que devido ao uso de alguns tipos de tratamento, pode tornar-se um pouco confuso identificar cada um deles. Porém, se insistirmos na história, logo a situação muda e conforme o mundo descrito torna-se mais familiar, a leitura passa a fluir melhor, chegando a um ponto que sentimos a necessidade de ler até o fim, sem parar.sophia01

A personagem principal, Sophy, é uma personagem bem humorada e obstinada, e suas artimanhas para consertar o que acredita estar errado na família são inteligentes. Ela também não se deixa intimidar por ninguém, muito menos por Charles, o primo que acabou por um feito do destino tornando-se responsável por todo o patrimônio da família e a quem todos os seus irmãos recorrem, muito mais que a seu pai.

As brigas entre os dois acontecem várias vezes durante a história, já que ao mesmo tempo que Sophy pretende ajudar, as mudanças que suas atitudes provocam na casa nem sempre são do agrado do primo, que se considera responsável pela família. A atitude independente de Sofia também torna difícil para que Charles entenda e aceite o comportamento da prima.

Durante o desenrolar do enredo, conhecemos vários outros personagens cativantes, o que enriquece a história com detalhes que vão além de simplesmente acompanhar Sofia. Não é o tipo de romance que parece tomar um caminho óbvio e muitas vezes me peguei duvidando de quem seria seu par romântico no final.

Enfim, trata-se de um belo exemplar de romance de época, mesmo que eu desejasse que a história tivesse se estendido um pouco além do seu final.

E vocês, já leram o livro? Gostam desse gênero?

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19
03
2016

Acabei de Ler: Perdida – Carina Rissi

perdidaSofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam.

Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa – ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke.

Com a ajuda do prestativo – e lindo – Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos…

Autor: Carina Rissi
Série: Perdida #1
Editora: Verus
Páginas: 364
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Modelo2-4

Quando escrevi sobre O Refúgio do Marquês, lembro que comentei sobre a minha vontade de ler romances históricos nacionais que se passassem no Brasil. Após a leitura de Perdida, da autora Carina Rissi, posso dizer que esse livro é o mais próximo que já cheguei de um romance histórico brasileiro. Só não consigo classificá-lo totalmente como romance histórico por suas particularidades.

Perdida conta a história de Sofia, uma jovem moderna que, como todo mundo, é totalmente dependente de seu celular. Ela vive uma vida agitada numa metrópole (que o livro nunca chega a identificar), trabalha, vai para o barzinho com sua melhor amiga… Enfim, mais século 21 impossível. Até que derruba seu celular dentro da privada e sai desesperada à procura de um novo aparelho para chamar de seu.

Porém, o que ela não sabia é que seu novo e moderno telefone celular possuía uma função única e a manda de volta no tempo, para o século 19. Ali, acolhida pela família Clarke, que conta com Ian e sua irmã Elisa, Sofia começa a procurar uma maneira de voltar para casa.

Não é difícil entender qual rumo o livro vai tomar, mas não é tão fácil adivinhar o desfecho final. Confesso que conforme o livro ia chegando ao fim, ainda estava em dúvida sobre qual caminho a história tomaria. Também achei interessante a maneira como Carina Rissi nos apresenta seus personagens. Ela os constrói de maneira a torná-los cativantes. Além disso, acredito que eles são personagens com os quais é fácil se identificar. Fora que o fato de não existir um vilão propriamente dito ajuda bastante.

O grande problema para mim foi a insistência de Sofia em utilizar gírias modernas. Talvez tenha sido uma forma encontrada pela autora para enfatizar as diferenças entre as duas épocas, mas em alguns momentos as palavras utilizadas por Sofia pareceram bem forçadas. Afinal, para alguém que viajou duzentos anos no tempo, e mais ainda, que se diz fã de livros de Jane Austen, quão difícil seria parar de usar a palavra “valeu” e trocá-la por um simples “obrigada”? Ninguém fala tanto “valeu” ou “tipo” assim. Um deslize ou outro em seus diálogos teria sido suficiente.

Foi uma leitura gostosa e divertida. O fato de ser uma autora nacional também ajuda bastante. Pretendo continuar a ler os livros da série.

Vocês já leram Perdida? Gostaram da escrita da Carina Rissi?

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17
02
2016

Acabei de Ler: O Refúgio do Marquês – Lucy Vargas

refugio“Agora você é meu refúgio e, com certeza, o mais belo”.

Henrik e Caroline não poderiam ser mais diferentes.

Ele, o Marquês de Bridington, é um homem selvagem e inapropriado, que vive há anos no campo, fugindo dos fantasmas do seu passado obscuro e repleto de segredos.

Ela, Caroline Mooren, a Baronesa de Clarington, é uma jovem destemida, com um passado doloroso, que recebe a missão de reformar a mansão e talvez o marquês, ao menos é o que a marquesa viúva espera.

Ele é um caso perdido. Ela é uma mulher com um futuro incerto. Mas juntos, eles se completam e acendem a chama da paixão, que ambos acreditavam estar completamente extinguida, trazendo à tona segredos e temores que ambos escondem.

Se reerguer sob o peso do passado será uma batalha que ultrapassará os limites do refúgio que o marquês pensa ter construído, mas será que o amor é capaz de ultrapassar tantas barreiras e vencer, ou eles perderão tudo outra vez?

Autor: Lucy Vargas
Editora: Charme
Páginas: 310
Avaliação: 3/5
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O post de hoje não é apenas sobre um romance histórico, como também é sobre um livro escrito por uma autora nacional. Lucy Vargas é carioca e já tem vários livros publicados, mas esse foi o meu primeiro contato com a escrita da autora.

Meu amor por romances históricos não deve ser novidade para ninguém, afinal, vivo dando dicas de livros por aqui. Mas O Refúgio do Marquês encontrei quase por acaso, no Kindle Unlimited. A sinopse me pareceu interessante, a capa me chamou a atenção e eu decidi dar uma chance para a história. Não me arrependo.

Aqui, nos é contada a história de Caroline Mooren, uma mulher jovem porém já viúva. Seu primeiro casamento não foi muito feliz e, mesmo seu marido tendo sido um Barão, ainda assim não deixou muita coisa para ela, de forma que ela aceita a proposta de uma parente para que vá viver com o filho dela e tome conta de sua propriedade, contratando empregados, treinando os que já estão ali e fazendo as reformas necessárias na casa, que está caindo aos pedaços.

É assim que ela conhece Henrik, o Marquês de Bridington, um homem rude que esconde muitos segredos. Ah, e ele é casado. Sua esposa, porém, é enferma e não sai da cama, mas seus gritos e suas acusações sem fundamento logo mostram a Caroline que seu trabalho ali é bem mais complicado do que imaginava. Há também a filha do casal na história, uma criança criada com amor pelo pai, mas que sofre com a fúria da mãe. Além disso, as moças da região vêem em Henrik uma oportunidade de casamento, já que acreditam que logo ele ficará viúvo.

A premissa da história não é nada inovadora e não é difícil adivinhar qual o caminho que a história vai tomar. A personagem principal é uma mulher com convicções fortes, mesmo tendo um passado um tanto quanto problemático. É interessante observar sua amizade com a marquesa viúva, a mãe de Henrik, e também como ela toma as rédeas de uma situação que parece impossível.

A narrativa é envolvente e mesmo que não traga muitas surpresas, ainda assim faz com que o leitor se importe com os personagens e queira saber o destino deles. É uma leitura rápida e de fácil compreensão. Uma crítica porém que eu sinto que devo fazer é, sendo a autora brasileira, por que não ambientar seu romance histórico no Brasil? Eu entendo a atração pelos títulos de Duque, Barão e etc. e pelos decoros britânicos, mas sinto falta de romances históricos que tragam o Brasil como cenário. Por que não inovar nesse sentido?

Mas fico feliz de ler uma autora nacional e ver que nossa produção de livros para lazer também tem recebido atenção.

Já leram algum livro da autora? E romances históricos que se passem no Brasil?

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29
01
2016

Romances Históricos: Dicas de Livros

Eu amo romances históricos, mas uma das grandes dificuldades quando falamos deles é que é muito fácil para o autor cair na velha receita de bolo e não trazer nada de inovador em sua história. Ou ainda, é comum a protagonista acabar totalmente sem graça, sem atitude e se colocar a culpa na sociedade em que ela vivia.12523641_1020210841382832_531952014_n

Por isso, quando leio esse tipo de romance histórico, uma das características que mais valorizo é justamente o desenvolvimento da personagem principal. Na grande maioria das vezes (só não digo todas porque existem raras exceções) a personagem feminina está à procura de um marido ou está lutando contra isso, pois na época em que a maioria dos romances se passa (normalmente séculos XVIII ou XIX) uma mulher solteira não tinha chances nenhuma na sociedade. Se essa protagonista não for bem desenvolvida, ficará apenas uma mulher correndo atrás de homem e sinceramente, não tenho paciência para isso.

Mas não temam. Por já ter lido uma quantidade considerável desse tipo de romance, aí vão algumas dicas de livros: (mais…)

07
09
2015

Acabei de Ler: Nunca Julgue Uma Dama Por Sua Aparência – Sarah MacLean

Para finalmente finalizar a série de posts sobre a série de livros da Sarah MacLean, aqui está o último livro, Never Judge a Lady By Her Cover, que na edição brasileira da Editora Gutenberg ficou Nunca Julgue Uma Dama Por Sua Aparência. E logo de cara já aviso: não dá para falar desse livro sem falar do principal spoiler, então, se você ainda não leu pelo menos até o fim do terceiro livro, pode ir parando por aqui. Você foi avisado.  (mais…)

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