06
02
2012

Meme Literário: Isso ou Aquilo?

Esse é um meme literário que eu vi no blog Leitora Compulsiva e resolvi responder as perguntinhas por aqui também…

Isso ou Aquilo?


1. Audiobook ou livro?

R: Livro. A minha experiência com o audiobook resume-se ao primeiro capítulo de “The Son of Neptune”, do Rick Riordan e sinceramente, teria curtido muito mais se ele tivesse disponibilizado a versão escrita no site dele.

2. Capa dura ou capa mole?

R: Não tenho preferência, já que acho que o livro capa dura, pelo menos aqui no Brasil, acaba sendo caro demais e não vale a pena.

3. Ficção ou não-ficção?

R: Ficção, não gosto muito de ler histórias reais não.

4. Harry Potter ou Crepúsculo?

R: Harry Potter sem sombra de dúvidas. Mesmo na época do Volvocast, quando fui louca por Crepúsculo e lia e relia os livros e me debruçava sobre o romance de Edward e Bella, minha resposta nunca deixou de ser Harry Potter. Afinal, foi com HP que eu descobri o que era fandom, o que era fanfiction. E foi com HP que briguei pela primeira vez defendendo um casal de personagens …

5. Ebook ou livro?

R: Apesar de gostar de e-books, ainda prefiro os livros em papel, para levar para onde eu quiser e não ter que depender de baterias ou tomadas para continuar lendo.

6. Comprar ou pegar emprestado?

R: Comprar. Amo ter os livros na minha estante.

7. Livro único ou série?

R: Queria responder livro único, mas praticamente todos os meus preferidos são séries… então, devo dizer que prefiro livros em série, desde que cada um dos livros tenha começo, meio e fim e não acabe com uma grande reviravolta no final.

8. Livraria física ou on-line?

R: On-line, porque apesar de amar pegar o livro nas mãos e já sair com ele da livraria, moro em uma cidade com uma grande livraria só, que nunca tem exatamente todos os lançamentos e aqueles que chegam aqui estão com os preços lá em cima, nem vale a pena comprar.

9. Livro longo ou curto?

R: Mais longos por favor! Eu leio rápido demais, e se o livro for muito curto tenho que me controlar para não ler tudo de uma vez só. Estou tendo que me policiar com Destino, da Ally Condie, exatamente porque é um livro curto e é o primeiro de uma série de livros que ainda não foram todos publicados.

10. Drama ou ação?

R: Depende… sou mais drama, mas também não consigo gostar muito de livros no estilo Nicholas Sparks, então não sei.

11. Prefere ler no seu canto ou tomando sol?

R: Leio em tudo que é lugar, mas devo admitir que acabo lendo mais tomando sol do que sozinha em casa.

12. Chocolate quente, café ou chá?

R: Chá. Não que eu não goste de café, mas quando estou lendo minha tendência é me perder na leitura e aí o café fica frio…

13. Prefere ler a resenha ou decidir por si?

R: Eu normalmente procuro ler a resenha antes de alguém que eu sei que tem um gosto literário parecido com o meu, mas não é exatamente necessário: se eu ler a sinopse na livraria e gostar, levo para casa.

03
02
2012

Os Livros de Janeiro

Janeiro foi um bom mês para mim em relação às leituras. Tive um pouco do recesso do fim de ano, no trabalho as coisas estavam um pouco mais calmas e não tive aulas. Conclusão: consegui ler muito.

Tá faltando na pilha o último livro do mês, Liberte Meu Coração, que tá emprestado.

Comecei lendo Jogos Vorazes. Tenho que confessar que quase morri lendo. Queria começar a chorar antes mesmo da Katniss se oferecer como tributo no lugar da irmã, Prim. Só ela contando como era a vida dela e das pessoas no Distrito 12… bem, eu sou meio manteiga derretida e quando começo a ler sobre injustiça, não consigo me segurar. Foi quando descobri que levar esse livro para a praia não é uma boa idéia.

Depois, para quebrar um pouco o ritmo (li Jogos Vorazes em menos de 12 horas, e isso porque tive que dormir nesse meio tempo, o livro é angustiante desse jeito) li A Estrela Mais Brilhante do Céu, da Marian Keyes. Adoro a autora e o humor que ela usa em seus livros, então esse foi um ótimo livro para ler na beira do mar.

Mas, antes de acabar o livro da Marian Keyes, não aguentei e, me controlando muito para não ler tudo de uma vez só, li Em Chamas. Consegui enrolar entre os dois livros mais cinco dias, que era exatamente o necessário para que eu voltasse para a minha casa, onde tinha deixado o terceiro livro da série.

Finalmente, foi a vez de A Esperança. Como achei melhor a experiência de ler outro livro junto (assim eu não fico remoendo muito o que aconteceu no livro mais sério dos dois), acabei começando também a ler Amores Infernais. Li A Esperança bem mais rápido, claro, afinal de contas queria muito saber qual que era o chute no estômago que ia ter no final dos livros (sim, ele está lá: é um choque enorme, é triste, é imprevisível… e nem por isso faz os livros deixarem de valer a pena), mas gostei muito do Amores Infernais, achei os contos de cada um dos autores bem legais.

Depois, comecei a ler Sendo Nikki, o segundo livro da série da Meg Cabot. Gostei, mas não entendi a razão de ser uma trilogia sendo que poderia muito bem ser um livro só. Sei lá, não é meu livro preferido da Meg, não me apaixonei por personagem nenhum e achei algumas situações meio bobinhas.

Aí li Anna e o Beijo Francês, que achei um livro muito fofo e muito gostosinho de ler. As descrições de Paris são ótimas e fazem a maioria das pessoas ficar morrendo de vontade de visitar a Cidade Luz. Digo a maioria porque realmente, nesse sentido, não funcionou comigo não. Mas amei o livro.

Para acabar o mês, li Liberte Meu Coração, da Mia Thermopolis com a ajuda da Meg Cabot, que é, como minha amiga Lany definiu, um livro brega, mas que é a cara da Mia. Sério, quem leu os livros Diário da Princesa consegue ver a Mia escrevendo esse livro.

Alguns comentários um pouco mais específicos para cada um desses livros vocês podem ver lá no Skoob, onde eu costumo inclusive colocar meus comentários à medida que vou lendo. Também pretendo postar algumas considerações um pouco mais profundas sobre alguns deles por aqui.

E agora, para Fevereiro, quero ler a mais nova distopia a entrar na minha coleção, Destino, da Allie Condie, e mal posso esperar para que cheguem os livros do John Green que eu pedi de fora mesmo, em inglês, porque por aqui tá meio difícil de conseguir. Também vou me forçar a ler finalmente O Diabo Veste Prada. Ele tá aqui, na minha estante, só esperando a vez dele. Acho que não consigo mais enrolar…

Quais foram os livros que vocês leram em Janeiro?

01
02
2012

Minha Vida de Leitora

Todos nós somos leitores diferentes. Alguns só lêem o estritamente necessário, aqueles livros que a escola manda e que não dá para ver o filme e fazer a prova (infelizmente, esses são a maioria); outros lêem por prazer, mas aos poucos. Existem aqueles em quem a leitura dá sono, outros que simplesmente não conseguem se concentrar no livro.

E ainda, existe aquele tipo de leitor que lê por prazer, que troca fácil, fácil a novela ou a série de tv por um livro, que simplesmente mergulha tão profundamente na história que passa horas lendo, sem cansar. E ai de você se precisar da atenção dele: vai ser respondido apenas com monossílabos. Prazer, essa sou eu.

As pessoas costumam brincar que se me mandassem fazer alguma coisa e eu demorasse demais, podiam ir atrás de mim e me encontrariam lendo até mesmo um jornal que houvesse sido jogado no meio do caminho. Eu aprendi a ler muito cedo, com quatro anos já lia fluentemente. Minha mãe conta que eu tinha tantos livros que ela resolveu contar aqueles que eu já tinha lido para doar para a biblioteca infantil aqui da minha cidade. Ela jura que tinha 700 (claro, pessoas, livrinhos infantis, com poucas páginas, uma ou duas frases por página, e muitas ilustrações).  Não me lembro e não posso afirmar os números com segurança, mas eu com certeza já lia demais.

Ajudava também que na minha infância computador em casa era uma fantasia, internet então, nem se sabia direito o que era; e TV, embora já um meio de entretenimento importante, só passava programinhas infantis de manhã: o resto do dia era reservado para programas chatos de adultos.  Um canal pago só para crianças era mais fantasioso do que computador em casa.

E também, devido a todos os meus problemas físicos, eu não conseguia acompanhar as crianças da rua em suas brincadeiras. Logo, o que me restava era os livros. Claro que eu também sempre adorei ler e tive muita facilidade para me concentrar na história: isso não dá para inventar, ou você nasce com isso ou simplesmente não tem.

Na escola, vivia trazendo um livro para casa. Minha carteirinha da biblioteca sempre tinha que ter segunda via, porque eu preenchia rapidinho os espacinhos reservados para os livros retirados. Se eu pudesse passar o horário da aula de educação física na biblioteca, ah, para mim isso era uma alegria.

Os livros que eu li me ajudaram muito: meu vocabulário era notoriamente maior do que a maioria dos meus colegas de sala, a minha redação fluía melhor e nunca tive problemas de ortografia. Isso acontece com quem lê muito: normalmente, a pessoa também escreve melhor. Por isso sempre incentivo as pessoas ao meu redor a ler mais, a leitura constante realmente faz a diferença.

Não acredito que por causa da internet os livros vão acabar. Muito pelo contrário, acho que tantos blogs sobre livros e tantos lugares onde você pode dar sua opinião e também ler a dos outros acaba incentivando as pessoas a comprarem livros que elas nem conheceriam de outra maneira.

Também acho muito melhor ter o livro, em papel. Os e-books são ótimos, mas nada substitui o cheiro de um livro novo. Fora que depois de um tempo, a tela do computador cansa. Com o livro em papel, isso também acontece, mas demora mais tempo e você pode levá-lo com muito mais facilidade para qualquer lugar, sem necessariamente depender de baterias ou tomadas para continuar lendo.

Sou o tipo de leitora que gosta de livros com finais felizes, que gosta de livros que me façam crescer como pessoa, que me façam reavaliar os meus conceitos, que me façam aprender coisas novas e que me façam pensar. Não gosto necessariamente de livros filosóficos ou depressivos sem motivo algum, e não gosto de personagens lineares demais, daqueles que não tem profundidade nenhuma, defeito ou qualidade alguma. Gosto de personagens com quem me identifico ou que pelo menos consigo entender a lógica por trás de suas atitudes. E não me venham com personagens burros: sinceramente, se a resposta para o mistério está pulando na sua frente, não se faça de tonto e finja que não entendeu.

Bom, essa sou eu e é assim que eu leio. E você, quem é como leitor?

14
01
2012

Meus Preconceitos Literários

Em geral, não sou uma pessoa que carrega muitos preconceitos. Gosto de sempre experimentar e conhecer coisas novas, já que assim posso decidir se gosto ou não. Porém, é quase impossível ser uma pessoa 100% sem preconceitos. Por mais bobos que sejam, a gente sempre tem um ou outro. Lógico, não entra aqui aqueles mais feios e que fazem mal pra todo mundo (pro preconceituoso e pro preconceituado), como o racial ou aquele que diz respeito à opção sexual da outra pessoa. Para esse tipo, não tem desculpa.

Mas, quando falamos de preferências literárias, tenho dois preconceitos em relação a dois escritores. O primeiro deles é o Paulo Coelho. Eu sei, muita gente ama, ele é um brasileiro que faz sucesso internacionalmente, várias celebridades citam seus livros como favoritos… mas eu não gosto muito da pessoa do Paulo Coelho. Óbvio, nunca o conheci pessoalmente, mas algumas de suas colocações em entrevistas acabaram por criar uma antipatia muito grande em relação à ele. Tenho a impressão de que Paulo Coelho credita o fato de ser brasileiro como um desses erros da vida. Sempre que o vejo na tv ou leio alguma reportagem sobre ele, chego a pensar que ele tem meio que vergonha do Brasil. Claro, nunca é algo explícito, mas sempre tive essa impressão muito forte. E sim, por isso não leio livros dele.

Já meu segundo preconceito literário é talvez mais forte do que Paulo Coelho, até porque o tipo de livro que essa autora escreve é um dos meus estilos preferidos e se fosse qualquer outra escritora, tenho certeza que já teria lido a série. Mas infelizmente não consigo confiar nas habilidades para escrever de alguém que não tem  habilidade como leitora. Cassandra Clare começou como uma ficwriter e sua fanfic foi uma das mais famosas no fandom de Harry Potter. Quem participou de discussões na internet sobre HP com certeza já ouviu falar de Draco Dormiens. Mas o sucesso da fanfiction subiu na cabeça da Cassandrinha, que chegou mesmo a afirmar que era uma escritora melhor que JK Rowling e que se Harry e Hermione não ficassem juntos no fim, ela iria fazer uma fogueira com todos os livros de Harry Potter.

Confesso que ainda tenho esperanças de encontrar fotos da bendita fogueira da Cassandra Clare.

Enfim, esses são meus dois grandes preconceitos literários. Não vou dizer que nunca vou ler nada desses autores, porém sei que mesmo que algum dia leia, serei bem mais crítica do que seria com qualquer outro. E sinceramente, não tenho vontade nenhuma. E olha que sou uma pessoa curiosa, viu?

Bjos

31
12
2011

Meme: Expectativas Literárias 2012!

Meme do blog da Nat Puga. Gostei muito da idéia e resolvi responder por aqui também.

Meta de Leitura: 50 livros (esse ano eu vou conseguir!).
Primeiro do ano: Jogos Vorazes – Suzanne Collins.
Gênero que vou ler mais: Chick-lit e YA. Amo muito!
Gênero que vou ler menos: Ficção.
Lançamento internacional mais aguardado:  The Mark of Athena – terceiro volume da saga Os Heróis do Olimpo, de Rick Riordan e Golden Lily, segundo volume da saga Bloodlines, da Richelle Mead.
Lançamento Nacional mais aguardado: Serve a tradução de The Son of Neptune, ou seja, O Filho de Netuno, do Rick Riordan?  Também estou esperando pela tradução de Spirit Bound, da Richelle Mead.
Lançamento de livro brasileiro mais aguardado: Não tenho nenhum no momento. Ainda não encontrei um autor brasileiro que me entusiasmasse tanto pelos seus livros, que eu ficasse esperando pelo lançamento.
Continuação de saga mais aguardada: Definitivamente The Mark of Athena, o terceiro da série Os Heróis do Olimpo, do Rick Riordan.
Final de saga mais aguardado: O final da série Os Heróis do Olimpo. Tô me sentindo meio repetitiva nas minhas respostas…
Próximas compras: Anna e o Beijo Francês – Stephanie Perkins; A Irmandade das Calças Viajantes – Ann Brashares

Vamos ver se atinjo minhas expectativas literárias para o ano que vem! Feliz 2012!

30
12
2011

Livros Que Quero Ler em 2012

Em 2011, infelizmente, li muito pouco. Reli alguns livros também, mas mesmo contando também essas minhas releituras, ao olhar para o ano inteiro, percebi que poderia ter lido muito mais. Decidi, então, listar aqui alguns livros que já tá mais do que na hora de ler.

1. A triologia “The Hunger Games”.

Eu tenho o primeiro livro em casa já faz mais ou menos uns cinco meses, mas acabei deixando ele na minha prateleira, meio perdidinho, e aí a vida ficou corrida e o livro ficou ali. A Lany e a Ily, que escrevem no blog Por Essas Páginas, falaram muito bem da triologia, e principalmente a Lany ficou na minha cabeça um tempão dizendo que eu tinha que ler. Confio demais no gosto literário delas, então não se preocupem, meninas, são meus primeiros na lista de 2012.

2. Anna e o Beijo Francês.

As resenhas que li desse livro foram todas positivas, e pelo que eu entendi da história, é muito fofa e eu fiquei muito curiosa para ler. Fora que parece ser exatamente o tipo de história leve e gostosa de ler que eu sou apaixonada, então também vai para a lista, com certeza.

3. O Diabo Veste Prada.

Esse eu já tentei começar a ler umas três vezes e sempre acabo desistindo. Não me perguntem porquê que eu não sei explicar. Gostei muito do filme, mas aí vou tentar ler o livro e empaco. O máximo que consegui chegar foi ao quinto capítulo (eu acho, porque nem me lembro mais). Mas aí fico com a pulga atrás da orelha sobre o que acontece de diferente na versão em papel que deu origem ao roteiro do filme e decidi que esse ano vou insistir. Nem que seja para descobrir porque das empacadas nessa leitura.

4. As Crônicas de Nárnia.

Meu problema com esse livro foi que, entre uma crônica e outra, eu desanimei e deixei ele de lado. Aí, vi o vídeo que a Tatiana postou n0 Youtbe com a opinião dela sobre o livro e lembrei que ficaram algumas crônicas dele para trás. Como ela falou muito bem dessa leitura e eu lembro que a parte que eu li eu gostei bastante, resolvi que esse ano vou me dedicar a Nárnia.

5. A Irmandade das Calças Viajantes.

Desde que eu vi o filme que fizeram baseado nesses livros (aliás, os filmes, porque são dois), sempre quis ler, mas nunca deu certo. Desse ano não passa, vou tomar vergonha na cara e ler pelo menos o primeiro para matar a curiosidade.

6. Quem é você, Alasca?

Engraçado, nunca teria vontade de ler esse livro se não fosse todas as indicações que li pela internet. Não é o tipo de livro que exatamente me agrada, até mesmo porque tenho a impressão que no meio uma grande tragédia acontece (isso não é spoiler, já que não tenho como confirmar se é isso mesmo). Mas dizem que a curiosidade matou o gato (ou fez os gatinhos, depende da versão), e eu quero muito ler… mas talvez eu xingue muito no twitter depois.

7. This Charming Man / Anybody Out There.

Ambos eu tenho em casa, tanto na versão original quanto na tradução para o português, que é da minha mãe, mas nunca li. Anybody Out There é o típico livro meu que foi para o freezer (isso é o que o Joey, de Friends, faz com Little Women quando a Beth fica muito doente e ele não quer que ela morra): quando comecei a entender o rumo da história, deixei ele de lado porque não queria ficar triste. Sim, talvez eu devesse procurar ajuda…

Claro, essa é uma lista que deve crescer durante 2012… só escrevendo esse post, me lembrei que também quero ler Pretty Little Liars, The Vampire Diaries, entre outras. Quero também pesquisar para ler um livro sobre fadas: já li sobre bruxos e quase me entupi de vampiros, tá na hora de dar vez às fadas também.

Ah, e também quero ver se releio Harry Potter. Reler quatro vezes a série inteira não é o suficiente, e já faz tempo que eu não pego neles…

Tem algum outro livro que eu deva ler em 2012? Estou aberta à sugestões!

Bjos

24
12
2011

Os Mais Mais de 2011 – Parte 2!

Continuando a lista dos mais mais de 2011, vamos para a parte de maquiagens e outras coisitas más.

1. Perfume

Nesse ano, conheci o Ed Hardy for Women quando veio a amostra na Glossybox e foi amor à primeira vista (ou melhor, cheiro). É um perfume que combinou comigo, acho que por não ser doce demais… não sei, eu acho o perfume bastante frutal, mas sinceramente acho que não é essa a definição que dá o fabricante. Enfim, gostei muito.

2. Esmalte

Para alguém que tem mais de 150 vidrinhos em sua coleção, achei que seria meio complicado escolher um só, mas contrariando as minhas expectativas, escolhi logo de cara o DS Extravagance da OPI. Foi o esmalte que usei na minha festa de formatura em fevereiro, um esmalte que eu devo ter repetido umas cinco vezes durante o ano… e com tanto esmalte na coleção, repetir tantas vezes a mesma cor é quase um milagre. Enfim, eu amo esse esmalte de paixão.

3. Primer

Primer não é algo que eu uso todo dia, mas quando eu quero usar um, o que eu acho legal pela relação custo X benefício é o primer facial da Koloss, que ajuda a segurar a oleosidade do rosto e também aumenta bastante a fixação da maquiagem, principalmente do blush, que é meu maior problema.

Já primer de sombras… eu testei alguns esse ano, e o que eu uso direto é um que não foi feito exatamente para isso, que é o Painterly, paint pot da Mac. É basicamente uma sombra em creme cor de pele.

4. Base

Usei demais a Studio Fix da Mac, que é uma base em pó. A cobertura dela é média, mas acho muito boa para usar no dia-a-dia, porque tem um resultado mais natural e é mais prática.

5. Corretivo

O que eu mais usei foi o Cover Up da marca Duda Molinos. A fixação é muito boa e a cobertura também, além de eu achar o aplicador mais fácil de usar do que daqueles corretivos em potinho, por exemplo.

6. Sombra ou Paleta

Não tem pra ninguém, já que esse é o produto mais mais de 2011, independente da categoria: é a Naked da Urban Decay. Uso a minha demais, demais, e acho que valeu cada centavo que eu paguei nela. A pigmentação e fixação dessas sombras na pálpebra é ótima e a seleção das cores na paleta te dá muitas opções, mesmo que só sejam cores neutras.

7. Delineador e lápis de olho

Não uso muito, mas tenho e gosto bastante do Grafitti Eyeliner da Eyeko.

8. Máscara para cílios (rímel)

A máscara para cílios que eu mais usei esse ano foi a Big Eyes da Eyeko, e é por isso que ela aparece aqui, mas sinceramente ainda estou à procura da máscara ideal. A Big Eyes é legal, mas às vezes ela junta demais um cílio no outro e aí eu já não sou tão fã.

9. Blush (posso chamar de rouge? Hahaha – levanta a mão se você cantou Assederê)

Eu amo blushes, de paixão, mas não tenho tantos como eu gostaria. O meu preferido e mais usado de 2011 foi o Blushbaby, da Mac, que é um tom que fica super natural nas bochechas, e não tem brilho nenhum.

10. Bronzer e Iluminador

Tenho uma paletinha da Too Faced chamada Leopard Love que tem um bronzer, uma cor mais rosada que é um blush e um iluminador que eu gosto muito.

Também, no último mês do ano, recebi meu lindo High Beam da Benefit e estou amando. Quero ter o Moon Beam também, mas isso vai demorar um pouquinho.

11. Pó

Para peles oleosas e brilhosas como a minha, pó acaba sendo essencial. Amo muito o meu Dream Matte Powder, da Maybelline, que é ótimo, matifica bem a pele e ainda é fácil de encontrar aqui no Brasil.

12. Batom

O batom do ano para mim foi o Chatterbox, da Mac. Demorei para me acertar com ele (gente que nunca usa batom é fogo mesmo!) mas fiz as pazes com o rosa chiclete lindo que é esse batom.

13. Gloss

Comprei esse gloss da Revlon na minha viagem internacional do ano (leia-se quando fui para o Paraguai) e gostei bastante mesmo. Ele não fica grudento nos lábios, tem bastante pigmentação e no geral deixa minha boca muito bonita. O nome da cor é Pink Pursuit.

14. Lip Balm

Gostei de usar o Tinted Lip Spa da Nix na cor Copacabana. Não é um lip balm muito conhecido, mas eu gostei bastante dele e carrego ele na bolsa direto.

15. Pincel

A maioria dos meus pincéis são da Sigma, e entre todos os que eu tenho em casa, se tem um que eu acho sensacional é o bendito F80, que é o Flat Top Kabuki. Ele é ótimo para passar base, deixa realmente bem uniforme e facilita muito a aplicação, que fica em alta definição mesmo, que é o que a Sigma diz que faz. Não troco e acho indispensável na minha coleção. O que eu quero para o próximo ano é completar a coleção Sigmax junto com o Tappered Top Kabuki e os Precision Brushes.

E com isso eu termino a lista dos mais mais de 2011. Muito obrigado por terem lido até aqui, espero que esse post tenha sido útil de alguma forma, um beijo e um ótimo 2012 pra todo mundo!

24
12
2011

Os Mais Mais de 2011, Parte 1!

Todo mundo faz esse tipo de post no fim do ano, só muda o nome. Mas eu acho super interessante, então resolvi tentar fazer também uma lista dos mais mais de 2011.

Cultura

1. O Livro

Eu sei que ainda não saiu no Brasil, mas eu não aguentei de curiosidade e li em inglês mesmo: The Son of Neptune, do Rick Riordan, o segundo livro da série “Os Heróis do Olimpo”. Adoro o jeito de escrever do tio Rick e acho a maneira como ele usa a mitologia nos livros sensacional, então não é surpresa que esse tenha sido para mim o livro de 2011.

2. O Filme

AMANHECER! Não? Não! Eu posso amar o Robert, mas acho que um filme baseado num livro que eu nunca fui muito fã jamais poderia figurar como meu mais mais de 2011. Então, eu volto um pouco para meu tipo de filme preferido, que é… desenho animado.

O escolhido é Rio, porque conseguiu falar sobre o Brasil deixando a maior parte dos preconceitos de lado e mostrou um pouco d0 nosso país lá pra fora. Sei que não foi perfeito, mas às vezes fico pensando que nós também temos muito preconceito em relação à vida em outros países. Ora, quem nunca pensou em África como sendo um deserto cheio de leões e elefantes? Provavelmente, existem muitas cidades lá também, não sendo tudo um grande safari.

3. A Música

Se existe um tipo de música que eu achava bem mais difícil se popularizar na mídia a ponto de tocar na rádio é o tipo de música que a Adele canta. Aliás, a própria cantora conseguiu mostrar que nem só de meninas magras, loiras e com implante de silicone nos seios (e sem talento vocal nenhum, diga-se de passagem) se faz o gosto musical mundial. Por isso, considero Adele a mais mais de 2011.

Cuidados Com a Pele

4. Hidratante Facial e Corporal

Amo o hidratante facial da Clinique, aquele amarelinho em gel que todo mundo conhece, mas esse ano descobri um outro hidratante bem mais barato que eu também amo usar, que é o Hidratante Anti-Acne da Clean&Clear.

Já o hidratante corporal que eu mais usei nesse ano foi a Body Butter da Victoria’s Secret, na versão Amber Romance. O cheiro é ótimo, a consistência é bem grossa mas não chega a ser dura e difícil de passar, absorve rápido e hidrata mesmo.

5. Protetor Solar

Não tenho nem dúvida: meu protetor solar preferido do ano é o Róc Minesol Oil Control. Protege do sol e ainda ajuda a controlar a oleosidade da minha pele. Amei mesmo e finalmente encontrei um protetor que eu não tenho preguiça de usar todo dia.

6. Tônico

Usei bastante o meu da Clinique, mas devo confessar que gosto muito dos tônicos da Clean&Clear, principalmente esse anti-cravos que, apesar de não ser milagroso, já dá uma ajudinha.

7. DemaquilanteUsei bastante o oil free da Koloss, mas na verdade costumo variar bastante, principalmente porque não tenho um preferido para demaquilante para o rosto. Já meu preferido para a área dos olhos é sem sombra de dúvidas o da Avon, que é um desses produtinhos baratos que fazem seu serviço divinamente.8. Limpeza Facial e Esfoliante

O sabonete em gel da Clinique está presente na minha rotina diária de cuidados com a pele todo dia. Todos os outros produtos eu revezo, esse eu simplesmente não consigo.Já o esfoliante, não sou muito de usar, não. Uso o Cleansing & Polishing Tool da Sigma quando quero esfoliar um pouco a pele, mas não chego a usar um produto específico para isso.

Cabelos

9. Shampoo e Condicionador

Existem duas duplinhas de shampoo e condicionador que usei demais durante esse ano. Como meu cabelo é fino e enrolado, ele também é extremamente seco, então sempre procuro produtos hidratantes para os meus cabelos. Usei muito o Self Absorbed, uma linha da Bed Head que tem cheiro de Fanta laranja e hidrata muito os cabelos, mas sem deixar eles muito pesados, o que é um problema para quem tem cabelos finos.

Também usei e me apaixonei pela linha de tratamento da L’Occitane. O shampoo e o condicionador são maravilhosos e agora quero muito experimentar a máscara da mesma linha.

10. Finalizadores ou leave-in

Para controlar os cachos, esse é um produto indispensável. Usei muito e amei demais principalmente por causa do cheiro o Small Talk, da Bed Head.Para a parte um, paramos por aqui. Na parte dois, vou colocar quais foram meus produtos preferidos de 2011 na parte de maquiagem.  Até logo!

Bjos

08
12
2011

Acabei de Ler: Aura Negra e Tocada Pelas Sombras – Richelle Mead

E com a leitura desses dois, chego exatamente ao ponto na série que eu estava há alguns anos atrás, quando li os três primeiros livros pela primeira vez.

Reler foi realmente uma boa idéia, afinal. Acho que na primeira vez que eu li o terceiro, como já sabia mais ou menos o que aconteceria no final, acabei lendo muito por cima, sem dar atenção à personagem nenhum. É estranho como às vezes eu fico tão preocupada com o destino de um dos personagens que me esqueço de todos os outros… Aliás, não duvido nada que eu tenha simplesmente pulado alguns dos últimos capítulos.

Bem, dessa vez eu fui uma menina comportada e li o livro inteirinho. Gostei porque houve uma evolução dos personagens, um amadurecimento na história. Também teve uma boa dose de emoção, e aí eu nem me prendo na parte romântica, mas também de amizade, de perda e de luto.

Claro que passei raiva com a parte mais política da história, e por isso admiro a autora que conseguiu criar um mundo de fantasia que se sustenta com personagens que não são planos, mas sim mostram várias facetas e tem vários motivos obscuros.

Ainda não sei exatamente para onde vai caminhar a história ou qual a solução que a autora vai encontrar para o problema insolucionável que ela criou no fim do terceiro livro, mas algo me diz que existem personagens que já estão na história posando de bonzinhos e que vão se revelar. Bem, veremos na segunda metade da série.

Resumindo, estou muito pronta para ler o Promessa de Sangue, que já está aqui  do lado, prontinho para eu começar. 

29
11
2011

Bolinhas Aleatórias: A Misteriosa Vida Real das Dançarinas de Palco

Outro dia, tive a oportunidade de apreciar o programa do Raul Gil num sábado à tarde. E junto com toda a dinâmica de um programa de platéia, veio também aquelas misteriosas meninas, todas bem maquiadas e com roupas esvoaçantes, brilhantes e curtas, que ficam dançando alegremente lá trás, enquanto outros menos afortunados (mas, temos de admitir, um pouco sedentos pelo tipo de fama e reconhecimento que só um programa como Raul Gil dá) ficam ali, tentando convencer os jurados/ a platéia/ você, nobre espectador, que tem voz linda/ dançam muito bem/ não fazem nada mas merecem ser famosos.

Mas, enfim, o que me intriga toda vez que vejo aquele grupo de meninas ali atrás, com aquele sorriso inabalável, é a misteriosa vida real que essas dançarinas tem. Como será que é voltar para casa após um dia de trabalho intenso, todos os músculos do corpo doendo (com especial ênfase nos músculos das bochechas, é claro, porque todo aquele sorriso tem um preço, tem que ter), colocar calça jeans e camiseta e voltar a ser… normal?

Foto retirada do site celsojunior.net

Aliás, qual será a reação da família dessas meninas que dançam na tv? Será que o pai dessas fica todo orgulhoso, chama todos os vizinhos e parentes em casa para ligar a tv de 29 polegadas e ver a menininha dele dançar?  “Opa, acho que a calcinha dela acabou de aparecer em rede nacional” diria aquele amigo mais debochado. “Claro que não!” o pai da dançarina responderia indignado. “Você não sabe que eles colocam aqueles shorts de lycra para não aparecer mais do que deve?!”.

Minha imaginação vai mais longe: será que alguma daquelas meninas está ali realizando um sonho? Ou será que consideram aquele apenas um pequeno passo numa longa carreira? Logo, logo, um grande produtor, assistindo o Domingão do Faustão, irá olhar para uma delas e sentirá que encontrou a próxima estrela de seu grande filme? A próxima cena na vida dessa menina seria o recebiment0 de um Oscar… e ela sempre poderia dizer que começou com uma dançarina, repetindo 20 a 50 vezes uma ou duas sequências de passos que se adaptam conforme o ritmo da música que está tocand0 sem, é claro, perder o sorriso encantador (ai, se uma câmera pega uma delas sem o sorriso no rosto… é despedida por justa causa na hora).

Foto retirada do site 180graus.com

Acabo todas essas reflexões aclamando a coragem dessas meninas que, por alguns minutos de exibição em rede nacional, aceitam ser basicamente um objeto de decoração nesses palcos da vida (ou dos fins de semana, como preferir). Ou talvez não seja essa a real motivação delas, mas quem poderá afirmar, afinal, o que se passa na cabeça e no coração das dançarinas de palco?

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