22
11
2011

Acabei de Assistir: Amanhecer Pt. 1 – A Saga Crepúsculo

E quando eu digo que acabei de assistir é literalmente: acabei de voltar do cinema agora e já vim para o computador escrever algumas das minhas primeiras impressões. Nesse post estarão minhas primeiras impressões mesmo, assim, amanhã ou depois pode ser que algumas dessas idéias já tenham mudado. Ou não.

Primeiro, quero dizer que no geral, gostei do filme. Não amei, mas isso ia ser muito difícil, já que não sou muito fã do livro. E acho que o filme, levando em conta aquelas mudanças necessárias da adaptação, até conseguiu seguir bem o que está no livro. Isso é uma das vantagens dos filmes da saga: eles se mantem fiéis ao livro, suficientemente para você não sair do cinema bufando como eu fiz algumas vezes com Harry Potter.

Gostei mais da atuação da Kristen nesse filme, achei que a própria história deu a ela chance de crescer um pouco e mostrar mais emoções. A única coisa que digo é que ela precisa comer mais. Meu Deus, ô vareta que ela é né?

Depois de toda a bagunça que a produção do filme fez em terras brasileiras, achei que mostrou muito pouco do Rio, mas muito pouco mesmo. Basicamente é uma cena só e já acaba. Claro, no livro é assim, mas foi tanto fogo de artifício quando eles vieram para cá que eu esperava um pouquinho mais. Depois é só a Ilha Esme, e talvez as pessoas de outros países achem lindas as paisagens (eu também acho) mas quem já viajou um pouquinho pelo Brasil já viu ao vivo, e ao vivo é muito melhor.

Agora, vamos falar a verdade: o português do Robert é uma desgraça, né? Eu avisei que ele deveria ter tido aulas particulares comigo, mas alguém acreditou em mim? Ninguém. Esqueçamos o fato de ele falar o português de Portugal (eu acho que o Edward falaria o português com um sotaque um pouco mais brasileiro, mas isso é só minha opinião) e vamos nos concentrar no fato de que ele engole alguns pronomes, embola algumas palavras aqui e acolá… é, não rolou.

Tá, ok, talvez eu deva ser um pouco mais boazinha com ele, afinal de contas ele falou português e a gente entendeu, e isso foi um esforço não só da parte do ator como de toda uma produção, mas é só que Edward Cullen é Edward Cullen e nós sempre esperaremos mais dele.

Da atuação daquele que eu acho um dos homens mais bonitos do mundo, eu posso falar que foi boa. Ótima, exemplar, sem falhas? Não, não foi. Mas acho que ele passa aquelas emoções totalmente sem graça de Edward Cullen, o que é essencial. Ele teve a chance de gritar um pouco nesse filme e mostrar algo além de desgosto consigo mesmo, e isso foi interessante. Mas não foi uma atuação fenomenal. Enfim, ele ainda é lindo. Gente, como ele é lindo.

Um dos personagens que eu mais amo no último livro da série é o Jacob. Não tem para Edward, Bella nem para Alice: acho as emoções do Jake as mais próximas de uma pessoa como eu, então acho o personagem um dos melhores. E no filme achei o Taylor muito bom, mesmo. Claro, temos o Seth, que gente, posso levar pra casa? Eu juro que cuido bem dele, que coisinha mais fofa!!! Mas o Jacob cresce muito nesse filme, e eu só não viro Team Jacob porque tenho dó de ele ficar com a Bella, alguém que é totalmente obcecada por outra pessoa.

No geral, as cenas mais fortes foram bem… nojentas, e acho isso bom por incrível que pareça. Esse livro sai um pouco do que os três primeiros traziam, parece que destoa um pouco, é mais forte, mais decisivo, e o filme acaba por seguir o mesmo caminho, exceto que ao invés de palavras mais fortes, ele acaba trazendo as imagens. Esse filme realmente ficou mais adulto, seja por todas as cenas mais calientes da lua de mel, seja pelas brigas mais violentas, seja pelo parto mais sanguinário. Cenas feias, em alguns aspectos grotescas, mas elas deveriam ser assim. Não dava pra disfarçar.

Por fim, devo dizer que nesse filme, prefiro os lobos aos vampiros, porque os lobinhos são muito mais interessantes e menos dados ao drama que nossos amados sanguessugas.

É isso, são esses meus pensamentos mais fortes em relação ao quarto e penúltimo filme da saga Crepúsculo. Eu fiquei com vontade de assistir o próximo sim, mas não é uma coisa doida. Ah, e uma dica para quem vai assistir ainda: fiquem até depois dos créditos, tem uma cena extra. Isso não é mito.

 

19
11
2011

Acabei de Ler: O Beijo das Sombras – Richelle Mead

Mais um post que tem como título “Acabei de Ler” mas na verdade deveria ser “Acabei de Reler”. Li os três primeiros livros da série Academia de Vampiros (da qual “O Beijo das Sombras” é o primeiro) há alguns anos atrás, e lembro que queria muito que saísse o próximo, mas aí eu estava lendo em inglês e ia demorar… acabei deixando de lado e há um pouco mais de um mês, passeando pelo site Submarino (olha o perigo!), encontrei os três primeiros + o quarto livro da série em promoção: sei que no fim das contas eu comprei os quatro pelo preço de dois, e ainda aproveitei e comprei O Trono de Fogo junto.

Enfim, tudo isso pra contar que decidi reler a série novamente. Não me lembro muito bem da história, então é praticamente um livro novo pra mim. Lógico, conforme eu vou lendo vou me lembro de alguns detalhes, mas é pouca coisa mesmo.

Enfim, Academia de Vampiros é contada pelo ponto de vista da Rose, que é uma dampira. Sua melhor amiga é a Lissa, que é uma Moroi. Existe também uma terceira raça de vampiros, chamada Strigoi, que são os maus da história. Para resumir muito mesmo (porque é cheio de detalhezinhos), os Moroi se alimentam com comida e também de sangue humano; podem fazer magia, se especializando em um dos elementos da natureza; e são pacíficos, ou seja, não usam a magia de forma agressiva. Mas existem também os Strigoi, que podem ter sido transformados contra a própria vontade ou podem ter escolhido se transformarem, desistindo de fazer magia para terem a imortalidade. E para proteger os Moroi (os bonzinhos) dos Strigoi (os mauzinhos), estã0 os dampiros, que não podem fazer magia mas são mais fortes e ágeis, aceitando o papel de guardiões dos Moroi por um simples motivo: como não podem se reproduzir entre si, necessitam dos Moroi para continuarem existindo.

Se eu consegui não fritar seus miol0s até aqui (porque é muita informação mesmo), basta dizer que o livro conta a história da Rose e da Lissa na escola que é a Academia de Vampiros que dá nome a série. Rose está sendo treinada para ser guardiã por um guardião mais experiente chamado Dimitri, que é outro personagem bem interessant. Claro, o sonho dela é ser guardiã da melhor amiga, que é membro da realeza Moroi. E nada garante que Rose possa ser sua guardiã… Para complicar ainda mais a situação, Lissa não é exatamente como todos os outros Moroi… mas aí fica muito complicado para explicar, só lendo o livro mesmo.

O que eu gosto nos livros: é uma história bem montada, tem bastante ação, personagens que te dão raiva, outros apaixonantes… você acaba torcendo pela Rose mas em certos momentos quer bater nela. Lissa é um amor de pessoa, mas tem certas horas que não dá pra acreditar em algumas de suas escolhas. Ou seja, são personagens reais, nada é preto e branco, e navegando pelos tons de cinza a história fica muito interessante. Fora que a hierarquia e a politicagem dentro do reino dos dampiros/Moroi/Strigoi é muito envolvente e te faz ficar com a pulga atrás da orelha, sem saber quem está tentando ajudar e quem está simplesmente tentando salvar a própria pele. Definitivamente, não é um livro previsível, e eu me encontrei tentando imaginar o fim da saga várias vezes. Recomendo para quem gosta de fantasia e claro, por aqueles fanáticos por vampiros. É uma leitura envolvente, sem dúvida.

05
11
2011

Projeto 100 Dias sem Compras – O Desafio

O que é?

Basicamente, é uma meta que você coloca para si mesma com o objetivo de não comprar nada além do estritamente necessário. Não há regras exatamente, pois você pode fazer as regras que quiser. É um projeto meio parente do gringo “Project 10 Pan”, em que basicamente você escolhe 10 produtos e, enquanto não terminar de usá-los, não pode comprar outros. É para fazer você usar melhor o que já tem e não ficar comprando produtos novos.

Por que você decidiu fazê-lo?

Porque eu tenho gastado bastante com cosméticos (sejam produtos para pele, sejam produtos de maquiagem) e por isso tenho muita coisa no meu armário que não está sendo usada. Para  que eu comece a usar outros produtos e não fique comprando coisas novas, usando um pouquinho e já deixando de lado em favor de algo novo, resolvi começar com esse projeto.

Por que o de 100 dias e não o 10 pan?

Olhando para os produtos que eu tenho, apesar de eu ter acumulado bastante, não tem nenhum produto que eu tenha que desencalhar. E tenho a impressão de que eu ia demorar demais para acabar com qualquer produto, o que me desanimaria logo e faria que eu desistisse no meio do caminho. Tendo em mente essa “deadline”, sei quando vai acabar o desafio. Então, para mim, funciona melhor.

E quais as suas regras?

  • O projeto vai do dia 02/11/2011 até 10/02/2012 – isso deve dar 100 dias ou aproximadamente, e como o que vale é a intenção e não a matemática, tá valendo. XD
  • Durante esse período, não posso comprar nada de maquiagem ou cremes para a pele/cabelo, a não ser que tal produto tenha acabado e eu não tenha absolutamente nada que possa substituí-lo, ou seja, se acabar minha sombra X, não posso comprar outra da mesma cor, porque eu poderia usar a Y que eu já tenho. Levando em consideração o tanto de coisa que tem no meu armário, isso não vai acontecer.
  • A Glossybox não entra no projeto, porque eu não quero cancelar minha assinatura, nem o que já está encomendado (duh, né, como é que eu ia dizer não quando o carteiro viesse?).
  • O jogo é meu, as regras são minhas, logo se eu inventar mais alguma o problema é meu também (hahahaha, tudo isso para dizer que posso inventar outras regras conforme for sentindo necessárias).
Bom, a idéia do projeto é essa, se alguém se sentir animada a fazer comigo, vou amar o apoio e a companhia (oi, meu nome é Becky Bloom e eu sou uma shopaholic). Pode ser que apareçam alguns posts por aqui sobre as minhas frustrações, mas tudo bem… eu vou conseguir /modepensamentopositivoon.
03
11
2011

Acabei de Ler: O Trono de Fogo – Rick Riordan

Essa é a continuação das Crônicas dos Kane, ou seja, do livro A Pirâmide Vermelha. A história dos irmãos Carter e Sadie Kane, que são magos que têm sangue de faraó em sua linhagem, o que garante que sejam mais poderosos do que a maioria dos magos egípcios e que possam às vezes hospedar deuses do antigo Egito, continua com mais uma aventura em que eles devem tentar trazer de volta Rá, o Deus Sol, do seu exílio (ou melhor, de sua aposentadoria), caso contrário Apófis, que é o Caos, irá tomar conta e o mundo como conhecemos vai desaparecer.

Seria uma história ótima, mas às vezes eu tenho a impressão que Riordan apenas muda a mitologia para escrever seus livros infanto-juvenis. Não me entenda mal, eu adoro os livros dele, e como eu disse na minha resenha de “O Herói Perdido”, o ritmo dele é muito bom. O único problema é que alguns dos temas principais são recorrentes, como por exemplo o fato de que o mundo vai acabar logo e a única coisa que pode nos salvar é magos e deuses lutando juntos. Trocando na última frase a palavra magos por semideuses, você tem basicamente a história da série Os Heróis do Olimpo.

Já pensei também que isso possa ser proposital, ou seja, Rick Riordan tem planos de fazer que os personagens se encontrem em algum ponto da história e que na verdade o inimigo contra o qual eles estão lutando é o mesmo, apenas a percepção muda conforme o que você está acostumado a viver: assim, Apófis seria a forma egípcia de Gaia, que é a vilã greco-romana. Isso é bem a cara do autor, que costuma deixar pequenas dicas de uma série na outra. Mas não sei: o jeito é esperar para ver. Mas também posso estar viajando legal.

Gostei muito do livro, apesar de ainda achar a história com Percy Jackson um pouco mais interessante, principalmente por causa dos personagens: ainda não encontrei nas Crônicas dos Kane um personagem que eu realmente ame. Mas isso é questão de tempo, talvez ele ainda esteja para aparecer.

E agora é esperar pelo próximo da série….

14
10
2011

Acabei de Ouvir: Sara Bareilles

Para alegrar o seu dia, uma música que eu achei super pra cima e de uma cantora que eu ainda não conhecia, a Sara Bareilles. Mas talvez ela seja bem conhecida e só eu nunca tivesse ouvido falar dela. Às vezes parece que eu vivo numa bolha mesmo: já ouvi tanta besteira nas rádios e sou obrigada a ouvir tanto sertanejo universitário aqui em casa (viva meus irmãos mais novos, matando qualquer resquício de amor fraternal) que acabei me desencantando dos novos cantores/bandas em geral e costumo ouvir sempre os mesmos.

Enfim, a música se chama “Gonna get over you”, o que já me ganha no título de cara, já que eu amo esse tipo de música acabou-mas-eu-vou-me-virar, que é a antítese das músicas de corno, pelas quais eu tenho o maior respeito (fio de cabelo no paletó – ISSO sim é sertanejo). Ah, e o clipe super te faz ter vontade de sair dançando dentro de um supermercado. E se você sair dançando num supermercado, não, não me responsabilizo.

12
10
2011

Pré-Conceitos

 (Post originalmente publicado no blog Chocolates e Devaneios, em 19/04/2011)

     Não importa quantas vezes a gente ouve na vida que não se deve julgar um livro pela capa, sempre acabamos, em algumas situações, por nos deixar levar por esses malditos pré-conceitos que carregamos ao longo da nossa história de vida.

     A verdade é que todo mundo tem algum, e mesmo que a gente tente se livrar deles, muitas vezes não consegue. Afinal, é algo típico do ser humano fazer algumas suposições baseadas apenas no que se vê. Chego até a ser louca o suficiente para afirmar que isso em si não é algo ruim.


     Calma, antes que me venham com mil pedras na mão, explico: o problema não é fazer esses pré conceitos, o problema é tomar eles por verdade verdadeira e não se deixar convencer do contrário. O pior erro que a gente pode cometer é deixar de conhecer alguém, e eu falo em conhecer mesmo, formar amizade, porque essa pessoa não se molda no perfil que acredita-se ser o perfeito.

     Em várias ocasiões, tive amigas que muita gente não entendia como eu conseguia suportar. Algumas amigas minhas tinham a fama de ser “metidas”. Era uma pena, porque acabam sendo excluídas pelo resto da turma e no fim das contas, elas não tinham nada de metidas.

     Pensando um pouco, fico feliz em ver que nunca me deixei levar pelo que os outros dizem de sicrano ou beltrano. Sempre quis conhecer a pessoa e comprovar se tudo o que falavam era verdade ou não. Algumas vezes, infelizmente, os rumores estavam certos: vi muita falsidade e muita hipocrisia. Mas teve vezes (e não foram poucas), que conheci pessoas maravilhosas, apenas incompreendidas.

     Lembro de uma ocasião em especial, quando comecei a falar para uma amiga a seguinte frase: “Sabe, sempre quis dizer uma coisa para você”. Na verdade, queria dizer alguma coisa sobre o relógio dela, que eu achava lindo, mas ela já havia imaginado que eu diria que tinha achado que ela era metida antes de a conhecer. Aparentemente, muitas amigas dela já tinham dito isso.

Preconceito, no fim das contas, é uma forma de proteger a nós mesmos do desconhecido, assim fingimos que sabemos tudo sem ter o trabalho de conhecer… e às vezes, de nos machucar. Mas a verdade é que quando a gente se protege demais, também acaba deixando passar muita coisa boa.

    Proponho um desafio para vocês: deixem os preconceitos de lado, nem que seja por uma semana, e fale com aquela pessoa que você nunca nem chegou perto porque “parece” estranho, metido, falso… Não vou dizer que vocês terão ótimas surpresas sempre, mas pelo menos, se não as tiverem, terão tido a oportunidade de formar uma opinião baseadas em suas experiências, e não apenas em aparências.

01
10
2011

Acabei de Ler: O Herói Perdido – Rick Riordan

Eu demoro quase um mês para postar e volto com mais um post de livro, né? Bom, fazer o quê? Eu sou assim mesmo…

Eu amei os livros da série Percy Jackson e os Olimpianos. Li os cinco praticamente sem parar, um atrás do outro. Sei que muitos fãs de Harry Potter podem não gostar muito por verem muitas semelhanças com a história da Tia JK Rowling (já perdi as contas de quanta gente achou o Acampamento Meio-Sangue uma cópia de Hogwarts) mas não acho que é bem assim: o povo exagera e inventa uma competição entre livros de um mesmo gênero, como se para ser declarado fã deste ou daquele livro você não pudesse gostar de mais nenhum outro. Bobagem.

Enfim, como consequência do meu amor por Percy Jackson, normal que eu quisesse ler a continuação da história, que é esse livro, O Herói Perdido. Rick Riordan muda um pouco a forma de narrar a história, que não é mais em primeira pessoa e que é contada do ponto de vista dos três protagonistas deste primeiro livro: Jason, Piper e Leo.

Sem memória, Jason tem que descobrir quem é e porque está numa escola para “casos difíceis”. Piper, sua namorada, só se meteu em encrencas até que seu pai a envia para essa escola. E Leo, que perdeu a mãe quando criança, está ali depois de passar por lares adotivos. Logo, eles descobrem que não são adolescentes comuns.

Como nos outr0s livros de Rick Riordan, o ritmo é muito bom. As pessoas às vezes não me entendem quando eu elogio o ritmo de um livro, mas o que eu quero dizer é que tem acontecimentos importantes espalhados pelos capítulos de forma que sempre faz você querer ler mais para saber o que vai acontecer e ao mesmo tempo, tem seus momentos de calmaria, quando você pode dar aquela paradinha básica para refletir sobre o que leu e tentar descobrir a resposta para os mistérios com as dicas que já foram dadas. Para mim, o ritmo num livro é um dos elementos mais importantes e um fator decisivo para saber se eu vou ler ou se vou deixar de lado.

Os novos personagens são interessantes, bem verídicos, tem seus momentos engraçados e tem aqueles momentos em que você fica com raiva desse ou daquele personagem. Quando o personagem consegue te envolver na própria emoção, você sabe que ele foi bem construído. E o pano de fundo, a história dos deuses do Olimpo com todas as suas particularidades e seus egos que não podem ser machucados, é muito bem situada, já que te faz querer saber mais sobre a história da Grécia antiga… Pelo menos eu entendo a escolha dos nomes dos esmaltes holográficos da Hits! Hahahaha

Só tem um problema sério: acaba rápido demais e o segundo livro será lançado em 04/10 lá nos EUA, ou seja, vai demorar um pouquinho para sair a tradução aqui no Brasil. Mas eu esperarei. Ansiosamente.

07
09
2011

Acabei de Ler: Série A Mediadora – Meg Cabot

O título desse post devia ser “Acabei de Reler”, porque já é a segunda ou terceira vez que reli a série. Posso dizer que é uma das minhas preferidas da Meg, e olha que eu já li um monte de livros dela, hein?

Reli porque não tinha todos os livros ainda, e num passeio em São Paulo (acho que foi no Shopping Paulista) passei numa Livraria Saraiva e vi aquela seleção Saraiva Vira Vira, que tem dois livros em um, um de um lado e outro do outro, sabe? Eles tinham todos os livros da série, então ao invés de comprar seis, comprei três livros e tenho a coleção completa.

Meg Cabot acertou em cheio quando criou a Suzannah, a personagem principal, que é uma mediadora, ou seja, vê, fala e até mesmo consegue tocar nos fantasmas. A sua função é fazer com que eles vão para onde quer que eles tenham que ir. E Suzannah não descarta a possibilidade de dar uns chutes bem dados quando o fantasma é o inverso do Gasparzinho e não é nada camarada.

Suzannah tem o pavio curto, é teimosa toda vida e super ligada no mundo fashion (meio que o contrário da Mia Thermopolis, do Diário da Princesa, nesse sentido). Acaba tendo que mudar de Nova York para a Califórnia quando sua mãe se apaixona e casa com Andy. E aí Suzannah ainda tem que lidar com seus novos três meio-irmãos, além de, é claro, todos os novos fantasmas que encontra pelo caminho.

E logo de cara já encontra um fantasma bem diferente dos demais que já ajudou: seu nome é Jesse (*suspiro*), já fazem mais de cem anos que morreu e mora bem no quarto dela. Para ajudar a completar o pacote, é lindo, um cavalheiro… e a chama de “hermosa” (no original, ele a chama de querida, mas na hora da tradução para o português, ia perder todo o charme, então mudaram para “hermosa”).

Enfim, gosto muito da série, é uma delícia de ler, tem momentos de ação, momentos que você fica com raiva, outros que você dá risada… não é muito açucarado (livros que a Meg escreve para young adults geralmente não são), mas é muito divertido. Recomendo a leitura. E quem sabe, pode ser que logo logo eu o releia de novo! 😛

05
09
2011

Sobre a Glossybox.

Muita coisa foi dita por aí sobre essa caixinha cor-de-rosa que você assina (o preço tá R$ 39,00 por mês para todo o Brasil, já contando o frete) e chega na sua casa com 5 produtos diferentes relacionados a beleza. Esses produtos podem ser em tamanho normal (normalmente vem um ou dois), miniatura e amostras. Todos de marcas consideradas de luxo, a maioria mas não todas internacionais.

Eu assino, já recebi três delas aqui em casa. Muita gente torceu o nariz, principalmente porque as amostras que vem na Glossybox não poderiam ser vendidas. A explicação da própria empresa é que eles vendem a “assessoria” e as amostras seriam gratuitas. Como uma pessoa formada em Direito, não posso deixar de aplaudir a resposta da assessoria jurídica deles.

Bom, enfim, por que eu assino? A resposta é muito simples: eu amo experimentar, e os produtos que vem na Glossybox nem sempre são fáceis de achar em lojas aqui da onde eu moro, ainda menos para conseguir uma amostra. E com a caixinha, eu tenho a oportunidade de testar produtos que às vezes eu nem pensaria em ter e que são ótimos.

Claro que não dá para comprar tudo o que eu experimento e gosto (tem coisas que eu realmente não teria condições de comprar), mas é divertido receber essas surpresinhas aqui em casa.

A Glossybox que eu vou mostrar aqui é a do mês passado, a de agosto já chegou também, mas não tirei fotos dela. De qualquer maneira, aí vão algumas fotinhas da caixinha: A caixinha vem bonitinha, com fitinha de cetim amarrada, dentro da caixa marrom dos correios.

Dentro dela, os produtos vêm embalados numa folha de papel de seda preta (bem embaladinhos mesmo, vem duas folhas) e tudo personalizado com o emblema da Glossybox. Também vem junto um cartão explicando o que é cada produto, de maneira bem básica.

Por fim os produtos: duas amostras de shampoo desfrizzante da marca C Kamura, uma miniatura de protetor solar facial Minesol Actif FPS 60 da RoC, uma miniaturta de hidratante corporal da Neutrogena, uma miniatura do All About Eyes, creme para a área dos olhos da Clinique e um lip stain em tamanho normal Just Bitten na cor Twilight da Revlon.

Eu acho a relação custo/benefício da Glossybox muito boa, e depois você pode ir ao site e dar sua opinião sobre os produtos para acumular Glossydots, pontos que você pode trocar depois por produtos em tamanho normal. A idéia é ótima e é por isso que eu continuo assinando.

Não vou falar sobre os produtos especificamente porque esse post seria mais sobre a Glossybox mesmo, mas se depois sentir vontade, quem sabe eles não aparecem por aqui?

04
09
2011

Mudanças.

Apesar de já fazer algum tempo que eu não posto por aqui, decidi mudar algumas coisas no “modo de ser” do blog, para dar algum sentido mais específico e também para ver se eu me animo mais a postar.

Algumas coisas que vão mudar serão as categorias (sim, eu vou finalmente organizar as categorias do blog! palmas para mim!) e também pretendo dar uma sequência mais certa aos posts, mas não quero me organizar por dia da semana nem nada assim: se eu me prender a um cronograma, em dois tempos páro de novo de postar. Vai por mim, eu me conheço.

Imagem retirada do blog http://artsmiddy.blogspot.com

Algumas categorias já apareceram por aqui e vão se tornar mais freqüentes, outras estão saindo do forno:

Acabei de Ler: uma série de posts sobre livros que eu li e o que eu achei deles. Não pretendo fazer uma resenha detalhada ou profissional, apenas escrever as minhas reações e opiniões como leitora.

Acabei de Assistir: aqui entrarão os posts sobre filmes, séries e quem sabe (por que não?) novelas. Apenas um espaço para dividir com vocês o que eu acho sobre o que eu andei assistindo.

Hora do Lanche: se Edward Cullen me transformasse em vampira, a única coisa que eu realmente sentiria falta da minha vida humana seria comer. Essa categoria vai ser exatamente para celebrar a minha paixão por comer (nossa, gente, que frase mais gorda, né? hahahaha).

Papo Sério: sempre que eu me sentir mais filosófica e querer discutir o sexo dos anjos (quer dizer, não vou discutir isso, porque acho chato, mas whatever, vocês me entenderam), essa categoria vai ganhar mais um post.

Mulherices da Mari: essa categoria vai servir para eu falar sobre os vários assuntos que rondam o universo feminino, como maquiagem, cuidados com a pele, roupas, Glossybox… enfim, todas as mulherices que fazem parte do meu mundinho.

Abobrinhas: E essa é a categoria “pau para toda obra”. Quero escrever sobre algo, não sei em que categoria colocar? Vai virar abobrinha, ora bolas!

Por enquanto são essas, mas claro que posso ir mudando conforme for escrevendo. Afinal, o tempo passa e a vida muda, né? Enquanto isso, continuamos juntando nossos retalhos.

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