31
07
2017

Séries Legais na Netflix

Eu amo uma boa série na Netflix. Algumas delas já apareceram por aqui: Demolidor, Jessica Jones… Aliás, depois que a plataforma de streaming chegou, passei a assistir mais do que antes. E sou daquelas que encara vários episódios na maratona, mas morre de preguiça de ver um filme. Sabe-se lá porque, mas na minha cabeça um filme é muito mais longo. Porém, algumas séries que assisto não vejo muita gente comentando. Nesse post, vou dar a dica de duas séries legais na Netflix para assistir. São um pouco diferentes entre si, mas são duas que depois de começar, não conseguia mais parar.

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06
03
2017

Assistindo The Walking Dead

Depois do último post sobre algumas dicas para se salvar de um apocalipse zumbi, resolvi falar um pouco sobre minha experiência assistindo The Walking Dead. Para quem não sabe, a série está em sua sétima temporada e é adaptada de uma HQ de mesmo nome.

Eu demorei um pouco para decidir começar. Minha fascinação por zumbis começou quando assisti Resident Evil. Eu sempre gostei da temática de um apocalipse. Por isso, filmes de zumbi sempre me chamaram a atenção. Com Guerra Mundial Z, eu gostei do filme, mas foi o livro que me fez apaixonar de vez. O motivo principal não foram as criaturas em si, mas porque o livro focava em como a humanidade reagiria a uma catástrofe dessa dimensão.

Em The Walking Dead, o foco é exatamente esse. Os zumbis são apenas catalisadores da luta pela sobrevivência. O que realmente está em jogo ali é a forma como a humanidade vai lidar com tudo isso. Até que ponto uma pessoa vai para garantir a sua própria sobrevivência?

Sobre A Série

Basicamente, a série conta a história de um grupo de sobreviventes de um apocalipse zumbi de proporções globais. As grandes cidades caíram. Não há mais governo. Serviços públicos ou qualquer tipo de organização oficial sumiram. Zumbis (ou os Walkers, como são chamados) andam por todo lado e só querem saber de comer qualquer coisa viva.

O grupo é liderado por Rick Grimes. Ele era xerife de uma cidade pequena que acorda de um coma e se depara com o mundo de cabeça para baixo. Após uma tentativa frustrada de encontrar um centro de refugiados em Atlanta, ele acaba se juntando a um grupo que está acampando nos arredores da cidade. Por pura sorte, esse é exatamente o acampamento onde sua esposa, Lori, e seu filho, Carl, estão vivendo. A partir daí, esse grupo vai tentar sobreviver nesse novo mundo, sempre lidando com a ameaça dos zumbis e também de outros grupos de sobreviventes.

Assistindo The Walking Dead Anos Depois

A minha experiência assistindo essa série está sendo diferente. Como comecei tão tarde, as primeiras temporadas quase não vi passar. É uma vantagem de quem começa depois: os episódios já estão disponíveis. E em The Walking Dead, isso significa muito. A maioria dos episódios termina deixando algo no ar que faz você querer ver o próximo imediatamente. O que é bom, pois determina um ritmo rápido para a série. Sempre há alguma coisa acontecendo. E quando as coisas parecem dar uma acalmada, é quando você fica mais atento. Afinal, é certo que algo está para acontecer. 

Eu já sabia alguns spoilers, claro. E essa é uma desvantagem. Quando uma série faz um sucesso como esse, os fãs ficam em polvorosa. E até mesmo quem ainda não assistia acaba descobrindo alguns pontos principais. Nesse caso, as mortes dos personagens não são poucas e sempre tem um impacto muito grande. Várias mortes que foram grandes surpresas quando aconteceram eu já esperava. Não sabia detalhes, mas sabia que iriam acontecer. Por isso, tentei não me apegar a alguns personagens, para ver se não sofria tanto quando tivesse que vê-los ir embora. Não funcionou.

É estranho dizer, mas apesar de ser uma série sobre zumbis, The Walking Dead é muito humana. Não há como não se apegar aos personagens. Eles podem não ser como você, mas lembram alguém que você conhece. Até mesmo os vilões acabam humanos. Eles podem ter ultrapassado limites que nunca deveriam ter sido ultrapassados, mas você entende como eles chegaram lá.

Por tudo isso, meio que me viciei na série. Ainda não cheguei na sétima temporada, mas logo chego lá. E aí vou mudar minha perspectiva. Afinal, vou conseguir evitar spoilers com mais eficácia. Mas confesso que não queria ter que esperar uma semana por um episódio novo. Ou meses por uma temporada nova. Mas quem sabe não encontro outra série para assistir em maratona?

 

22
02
2017

O Que Eu Aprendi Com o Apocalipse Zumbi dos Filmes e Livros

Essa semana finalmente aconteceu: comecei a assistir The Walking Dead. Enquanto escrevo esse post, aproveito para assistir ao nono episódio da segunda temporada. Mas zumbis sempre foram uma fonte de fascinação para mim. Já falei sobre Guerra Mundial Z por aqui e dei algumas dicas de livro sobre o tema também. Por tudo isso, já posso reunir num post alguns ensinamentos que o apocalipse zumbi me trouxe.

1. Sempre Mire na Cabeça

Acho que todo mundo que já assistiu ou leu alguma obra de zumbi sabe, mas não custa lembrar. A única maneira de se parar um zumbi é atirar na cabeça dele, ou pelo menos enfiar algo pontiagudo lá. A maioria das obras sempre atribui ao fenômeno dos mortos-vivos a um vírus ou qualquer outro fator que reativa as áreas instintivas do cérebro. Justamente aquelas que cuidam da sobrevivência. A partir daí, o corpo já morto passa a procurar satisfazer seu instinto mais básico: comer. Sem controle algum. E a única maneira de se parar é destruir o cérebro, que controla todos esses impulsos.

2. Não Faça Barulho

Por serem controlados por seus instintos, os zumbis também são atraídos pelos estímulos mais simples. O mais lógico deles é exatamente qualquer tipo de barulho. Portanto, quando num apocalipse zumbi, não faça barulho. Isso inclui diminuir o número de tiros, também. Um porrete pode ser uma forma melhor de matar um dos mortos-vivos do que uma arma de fogo.

3. Cuidado Com Os Bandos

Na hipótese de um apocalipse zumbi, o mais provável é que a maior parte da população acabe morrendo e saia andando por aí tentando comer qualquer coisa viva. Os zumbis podem não ser muito rápidos (a não ser os do filme Guerra Mundial Z), mas em bando, são extremamente perigosos.

4. Não Fique Esperando o Governo

Esse é um dos erros mais comuns quando um apocalipse acontece é esperar que as autoridades cuidem de tudo. É normal que as pessoas procurem suas organizações para que eles lhe digam o que fazer. Porém, na hipótese de uma epidemia que transforma os mortos em máquinas de destruição, as instituições militares e governamentais podem estar mais perdidas que a população. Portanto, não espere muito dos centros de refugiados. Não acredite em promessas que tudo está bem. Autoridades mentem.

5. Cuidado Com Quem Você Vai Se Tornar

Engana-se quem acha que os filmes, séries e livros que falam sobre zumbis são sobre a destruição que os mortos-vivos e como eles destroem a humanidade. Na verdade, são sobre como a humanidade reage a essa ameaça. Como a perspectiva da luta pela sobrevivência muda as pessoas. Ou talvez mostre quem elas realmente são. Por isso, quando a epidemia estiver em seu auge, cuidado com o que você faz para se manter vivo. Cuidado para que a luta pela sobrevivência não acabe com tudo o que faz de você humano.

Esse é um pequeno guia. Na hipótese de um apocalipse zumbi, espero que você se lembre desse post. Espero ter ajudado. E boa sorte.

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06
11
2013

Acabei de Ler: Zumbis x Unicórnios – Holly Black e Justine Labastier

Zumbis x Unicórnios é uma antologia organizada pelas escritoras Holly Black – líder do time dos Unicórnios – e Justine Labastier – líder do time dos zumbis. Conforme elas mesmo vão explicando no começo de cada um dos contos, a antologia foi idealizada graças às discussões das duas sobre quem seriam as melhores criaturas: zumbis ou unicórnios. Como essa é uma questão que eu tenho certeza tira o sono de muitos vocês, resolvi ler o livro e tirar minhas próprias conclusões: afinal, sou time zumbi ou unicórnio?zumbis x unicornios
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05
07
2013

Filme vs. Livro: Guerra Mundial Z

Tenho uma confissão a fazer: amo zumbis. Pode parecer estranho, mas sempre tive um certo fascínio por essas histórias de mortos-vivos que conseguem, com uma mordida, transformar outro ser humano em um deles. Guerra Mundial Z, do escritor Max Brooks, acaba de ganhar um filme, um belo blockbuster com Brad Pitt no papel principal. Assisti o filme na segunda-feira, e me interessei ao saber que era “baseado” no livro homônimo. Coloco baseado entre aspas porque, após ter ido atrás e lido o livro em três dias, posso dizer que fora alguns detalhes pequenos, a única coisa que o livro e o filme tem em comum é o título (e não sou só eu que digo isso. Essa foi uma observação do próprio autor).

Vou tentar discutir os dois sem dar nenhum spoiler grande demais, mas se você não viu o filme e não quer saber nenhum detalhe, melhor só ler o post depois de ir ao cinema, ok? Já do livro, ele é tão cheio de detalhes, que nem se eu me esforçar muito consigo estragar a leitura de alguém.

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